A Comissão dos Empregados e a direção do Banco Mercantil do Brasil se reuniram em Belo Horizonte (MG), semana passada, quando discutiram o plano saúde, muito criticado pelos bancários, que o considera insatisfatório. O fator moderador ou co-participação da Unimed obriga o bancário a pagar R$ 12,00 por consultas, R$ 2,00 por exames, R$ 15,00 por internação em enfermaria e R$ 100,00 por internação em apartamento.
Diante do arrocho salarial que o banco promove, os bancários não querem pagar a cobrança de co-participação, pelo menos em sete consultas anuais por família. A categoria apresentou como modelo o contrato do plano de saúde do Itaú, que garante o benefício. O Mercantil se comprometeu em analisar a proposta.
Os representantes dos trabalhadores também solicitaram a criação de um comitê de acompanhamento do plano de saúde, composto de seis membros, sendo três representantes do Mercantil do Brasil e três representantes indicados pelas entidades sindicais.
Há muito tempo os bancários reclamam do plano de saúde disponibilizado pelo Mercantil. Em reuniões anteriores, o Sindicato da Bahia chegou a propor uma paralisação nacional para pressionar o banco a solucionar o problema, mas a sugestão não foi acatada pela Comissão dos Empregados.
Fonte: Seeb Bahia
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