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Protestos no Bradesco dão o tom da revolta dos bancários

Os banqueiros perderam várias oportunidades e fechar um acordo justo com a categoria bancária. Eles negaram todas as reivindicações da categoria, se negando a conceder aumento real e até mesmo a cobrir o índice de inflação do período. Foram intransigentes, desrespeitosos e inflexíveis.
Depois de mais de dois meses tentando resolver os impasses com diálogo, bancários de todo o país partiram para a luta nas ruas. A categoria se uniu para, através de greves, alcançar seu objetivo: repartir o lucro com quem trabalha. O primeiro aviso aos banqueiros foi dado pela vitoriosa greve de 24 horas, que ocorreu no dia 28 de setembro. Mas as mobilizações e protestos não param.
Hoje, 4 de outubro, no Paraná foi dia de protestos contra o banco Bradesco. Dentre todos os bancos, o Bradesco foi o que mais lucrou no primeiro semestre de 2005: 2,6 bilhões de reais. Entretanto, apesar desse lucro exorbitante, o Bradesco é o banco que mais desrespeita funcionários e também clientes. “A presidência do Bradesco deve ter esquecido que o banco só alcançou esse enorme lucro às custas dos altos juros cobrados dos clientes e de metas de vendas abusivas impostas aos bancários. Isso causa muita revolta, pois escancara o desrespeito do banco à sociedade”, diz o secretário de Administração e Finanças da FETEC-CUT-PR, e funcionário do Bradesco, Elias Jordão.
O Bradesco tem sido o banco mais truculento desta Campanha Salarial. Além de propor apenas 4% de reajuste, tem feito uso de violência contra os bancários. “O que aconteceu em São Paulo, onde bancários apanharam da PM e foram presos a mando do banco, é inadmissível. Não vivemos mais em regime de escravidão, quando o patrão ordenava que os escravos produzissem, ficassem quietos e não reclamassem. Porém, é essa a impressão que estamos tendo da truculenta reação do Bradesco frente a seus funcionários”, salienta Elias.
Outra atitude reprovável que o Bradesco vem tomando diz respeito aos interditos proibitórios. O banco simplesmente não respeita sequer o direito que qualquer trabalhador brasileiro tem à greve e à livre manifestação de seus pensamentos. Agindo assim, mais uma vez o Bradesco fere a constituição do país, humilha trabalhadores e desrespeita a sociedade.
“Os bancários vão continuar lutando por seus direitos e desejando, esperançosos, que a postura do banco que mais lucra no país mude. Atitudes como as que o Bradesco vem tendo não podem ser esquecidas jamais e devem ser criticadas à exaustão, para que nunca mais se repitam”, afirma Elias.

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Protestos no Bradesco dão o tom da revolta dos bancários

Os banqueiros perderam várias oportunidades e fechar um acordo justo com a categoria bancária. Eles negaram todas as reivindicações da categoria, se negando a conceder aumento real e até mesmo a cobrir o índice de inflação do período. Foram intransigentes, desrespeitosos e inflexíveis.

Depois de mais de dois meses tentando resolver os impasses com diálogo, bancários de todo o país partiram para a luta nas ruas. A categoria se uniu para, através de greves, alcançar seu objetivo: repartir o lucro com quem trabalha. O primeiro aviso aos banqueiros foi dado pela vitoriosa greve de 24 horas, que ocorreu no dia 28 de setembro. Mas as mobilizações e protestos não param.

Hoje, 4 de outubro, no Paraná foi dia de protestos contra o banco Bradesco. Dentre todos os bancos, o Bradesco foi o que mais lucrou no primeiro semestre de 2005: 2,6 bilhões de reais. Entretanto, apesar desse lucro exorbitante, o Bradesco é o banco que mais desrespeita funcionários e também clientes. “A presidência do Bradesco deve ter esquecido que o banco só alcançou esse enorme lucro às custas dos altos juros cobrados dos clientes e de metas de vendas abusivas impostas aos bancários. Isso causa muita revolta, pois escancara o desrespeito do banco à sociedade”, diz o secretário de Administração e Finanças da FETEC-CUT-PR, e funcionário do Bradesco, Elias Jordão.

O Bradesco tem sido o banco mais truculento desta Campanha Salarial. Além de propor apenas 4% de reajuste, tem feito uso de violência contra os bancários. “O que aconteceu em São Paulo, onde bancários apanharam da PM e foram presos a mando do banco, é inadmissível. Não vivemos mais em regime de escravidão, quando o patrão ordenava que os escravos produzissem, ficassem quietos e não reclamassem. Porém, é essa a impressão que estamos tendo da truculenta reação do Bradesco frente a seus funcionários”, salienta Elias.

Outra atitude reprovável que o Bradesco vem tomando diz respeito aos interditos proibitórios. O banco simplesmente não respeita sequer o direito que qualquer trabalhador brasileiro tem à greve e à livre manifestação de seus pensamentos. Agindo assim, mais uma vez o Bradesco fere a constituição do país, humilha trabalhadores e desrespeita a sociedade.

“Os bancários vão continuar lutando por seus direitos e desejando, esperançosos, que a postura do banco que mais lucra no país mude. Atitudes como as que o Bradesco vem tendo não podem ser esquecidas jamais e devem ser criticadas à exaustão, para que nunca mais se repitam”, afirma Elias.

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