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Por 19:45 Sem categoria

Relembrando a entega da minuta e a primeira negociação

Comando muda dinâmica da negociação nacional

Na primeira reunião foi entregue a pauta de reivindicações e debatidos pontos prioritários. Contraf-CUT reafirmou a necessidade de que negociação seja para todos os trabalhadores do ramo financeiro. Banco do Brasil e Caixa Federal também participaram de mesa da Fenaban

(São Paulo) Na entrega da pauta de reivindicações da Campanha Nacional 2006, que aconteceu no ùltimo dia 10 de agosto, o Comando Nacional deixou claro que são necessárias alterações na dinâmica das negociações.

Primeiro, que sejam representados não apenas os cerca de 400 mil bancários, mas sim o 1 milhão de trabalhadores do sistema financeiro nacional.

O segundo ponto é escolher prioridades para discussões mais aprofundadas, renovar as cláusulas que forem consensuais e que já existiam na Convenção Coletiva passada e valorizar mesas temáticas de saúde, igualdade de oportunidades e terceirização.

Outro ponto importante foi as presenças do Banco do Brasil e da Caixa Federal na mesa de negociação com a Fenaban.

“Sabemos que serão negociações duras, como sempre são nossas campanhas, mas sabemos também que os bancos, pelos lucros que vêem obtendo, têm condições de atender às nossas reivindicações”, afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.

Prioridades

Neste ano, outra inovação foi o começo das negociações no mesmo dia de entrega da pauta de reivindicações. Os representantes do Comando apresentaram cerca de 20 prioridades.

Entre elas, aumento real de salário (a proposta é de 7,05% além da inflação do período), PLR com distribuição linear de 5% do lucro líquido de maneira linear, mais 1 salário e R$ 1.500 na parte fixa, isonomia de direitos, garantia de emprego, fim do assédio moral e das metas abusivas.

Participação

Além dos representantes do Comando Nacional e dos bancos, participou da entrega das reivindicações o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Arthur Henrique, que destacou a importância dos Trabalhadores do Ramo Financeiro na Campanha Nacional Unificada dos Trabalhadores da CUT.

Lembrou também os lucros recordes que os bancos vêm obtendo. “Todos aqui falam em negociações duras, mas negociações duras são as que temos na Varig, com dificuldades até para pagar salários. Pelo que leio nos jornais, os bancos, com seus recordes de lucratividade, não terão nenhum problema para atender as reivindicações dos bancários e ajudar a desenvolver o país com melhor distribuição de renda”, disse.

Próxima negociação

A Fenaban pediu que fosse dado um tempo maior para analisar as reivindicações apresentadas hoje, marcando a próxima negociação para o dia 21 de agosto. Na mesma data acontece reunião do Comando Nacional.

Calendário

Como parte da mobilização dos trabalhadores do Ramo Financeiro, estão programadas atividades para os próximos dias 18 e 28 de agosto. No dia 17 haverá a entrega de minuta complementar no Banco do Brasil e na Caixa Federal. Estão sendo mantidos contatos para marcar a entrega também no BNB e no Banco da Amazônia.

Fonte: Contraf-CUT – notícia colhida no sítio www.contrafcut.org.br.
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Bancários entregam reivindicações à Fenaban

São Paulo – O Comando Nacional dos Bancários entregou no último dia 10 de agosto, a minuta de reivindicações da categoria à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) dando início às rodadas de negociações entre trabalhadores e banqueiros, para definir a Convenção Coletiva de 2006. Diretores do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal também participaram das negociações.

Neste primeiro encontro, os representantes dos bancários apresentaram os eixos e as propostas prioritárias dos trabalhadores à Fenaban, que irá estudar as reivindicações. A segunda rodada de negociações está marcada para o da 21 de agosto.

“Estamos em pleno processo de negociação. Nos próximos dez dias vamos seguir com as atividades de mobilização da categoria. Vivemos mais um dos grandes momentos de bons resultados dos bancos, que ajudamos a construir, propício para garantir direitos e ampliar nossas conquistas”, disse o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.

Veja as reivindicações os eixos apresentados à Fenaban

Aumento Real – Entre as reivindicações apresentadas aos bancários está que o reajuste salarial reponha a inflação do período e que os trabalhadores tenham aumento real de 7,05%.

PLR – A proposta de PLR é composta por de um salário, mais R$ 1.500 acrescidos de 5% do lucro Líquido Linear.

Isonomia de direitos – Os trabalhadores reivindicam a igualdade de direitos entre bancários da ativa e aposentados, trabalhadores afastados por motivo de saúde, e funcionários que ingressam na categoria. Os bancários defendem que todos os trabalhadores recebem, por exemplo, PLR, vale-refeição e alimentação.

Garantia de Emprego – Manutenção do nível de emprego – por meio da proibição de dispensas imotivadas e da ampliação do horário de atendimento com dois turnos de trabalho.

Fim do assédio moral e metas abusivas – Os bancários estão entre as categorias que mais sofrem com o assédio moral, instrumento utilizados pelos bancos para forças os funcionários a bater metas abusivas impostas pelas empresas. Essa prática tem contribuído para o adoecimento da categoria e afastamento dos bancários.

Isenção de tarifas e cobrança de juros menores – Os bancários reivindicam cobrança de juros reduzidos à população como forma de incentivar a produção e o desenvolvimento do país. A categoria defende também a isenção do pagamento de tarifas bancárias aos funcionários de bancos e que os juros cobrados desses trabalhadores não sejam superiores a 1% nas operações de cheque especial, empréstimos, cartão de crédito.

Cláusulas Prioritárias – Além dos eixos, os trabalhadores apresentaram a Fenaban cláusulas consideradas prioritárias. Os bancários reivindicam 14º salário; plano de cargos e salários para todos os trabalhadores; regramento da remuneração variável; aumento na gratificação de caixa; vale-alimentação de R$ 300; auxílio creche/babá de um salário mínimo; auxílio-educação para todos os funcionários; fim da terceirização de serviços; criação de comissão de segurança bancária; isenção de tarifas para todos os bancários; delegados sindicais em todos os bancos; programa de reabilitação profissional.

Por Elisângela Cordeiro – notícia colhida no sítio www.spbancarios.com.br.

Por 19:45 Notícias

Relembrando a entega da minuta e a primeira negociação

Comando muda dinâmica da negociação nacional
Na primeira reunião foi entregue a pauta de reivindicações e debatidos pontos prioritários. Contraf-CUT reafirmou a necessidade de que negociação seja para todos os trabalhadores do ramo financeiro. Banco do Brasil e Caixa Federal também participaram de mesa da Fenaban
(São Paulo) Na entrega da pauta de reivindicações da Campanha Nacional 2006, que aconteceu no ùltimo dia 10 de agosto, o Comando Nacional deixou claro que são necessárias alterações na dinâmica das negociações.
Primeiro, que sejam representados não apenas os cerca de 400 mil bancários, mas sim o 1 milhão de trabalhadores do sistema financeiro nacional.
O segundo ponto é escolher prioridades para discussões mais aprofundadas, renovar as cláusulas que forem consensuais e que já existiam na Convenção Coletiva passada e valorizar mesas temáticas de saúde, igualdade de oportunidades e terceirização.
Outro ponto importante foi as presenças do Banco do Brasil e da Caixa Federal na mesa de negociação com a Fenaban.
“Sabemos que serão negociações duras, como sempre são nossas campanhas, mas sabemos também que os bancos, pelos lucros que vêem obtendo, têm condições de atender às nossas reivindicações”, afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.
Prioridades
Neste ano, outra inovação foi o começo das negociações no mesmo dia de entrega da pauta de reivindicações. Os representantes do Comando apresentaram cerca de 20 prioridades.
Entre elas, aumento real de salário (a proposta é de 7,05% além da inflação do período), PLR com distribuição linear de 5% do lucro líquido de maneira linear, mais 1 salário e R$ 1.500 na parte fixa, isonomia de direitos, garantia de emprego, fim do assédio moral e das metas abusivas.
Participação
Além dos representantes do Comando Nacional e dos bancos, participou da entrega das reivindicações o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Arthur Henrique, que destacou a importância dos Trabalhadores do Ramo Financeiro na Campanha Nacional Unificada dos Trabalhadores da CUT.
Lembrou também os lucros recordes que os bancos vêm obtendo. “Todos aqui falam em negociações duras, mas negociações duras são as que temos na Varig, com dificuldades até para pagar salários. Pelo que leio nos jornais, os bancos, com seus recordes de lucratividade, não terão nenhum problema para atender as reivindicações dos bancários e ajudar a desenvolver o país com melhor distribuição de renda”, disse.
Próxima negociação
A Fenaban pediu que fosse dado um tempo maior para analisar as reivindicações apresentadas hoje, marcando a próxima negociação para o dia 21 de agosto. Na mesma data acontece reunião do Comando Nacional.
Calendário
Como parte da mobilização dos trabalhadores do Ramo Financeiro, estão programadas atividades para os próximos dias 18 e 28 de agosto. No dia 17 haverá a entrega de minuta complementar no Banco do Brasil e na Caixa Federal. Estão sendo mantidos contatos para marcar a entrega também no BNB e no Banco da Amazônia.
Fonte: Contraf-CUT – notícia colhida no sítio www.contrafcut.org.br.
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Bancários entregam reivindicações à Fenaban
São Paulo – O Comando Nacional dos Bancários entregou no último dia 10 de agosto, a minuta de reivindicações da categoria à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) dando início às rodadas de negociações entre trabalhadores e banqueiros, para definir a Convenção Coletiva de 2006. Diretores do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal também participaram das negociações.
Neste primeiro encontro, os representantes dos bancários apresentaram os eixos e as propostas prioritárias dos trabalhadores à Fenaban, que irá estudar as reivindicações. A segunda rodada de negociações está marcada para o da 21 de agosto.
“Estamos em pleno processo de negociação. Nos próximos dez dias vamos seguir com as atividades de mobilização da categoria. Vivemos mais um dos grandes momentos de bons resultados dos bancos, que ajudamos a construir, propício para garantir direitos e ampliar nossas conquistas”, disse o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.
Veja as reivindicações os eixos apresentados à Fenaban
Aumento Real – Entre as reivindicações apresentadas aos bancários está que o reajuste salarial reponha a inflação do período e que os trabalhadores tenham aumento real de 7,05%.
PLR – A proposta de PLR é composta por de um salário, mais R$ 1.500 acrescidos de 5% do lucro Líquido Linear.
Isonomia de direitos – Os trabalhadores reivindicam a igualdade de direitos entre bancários da ativa e aposentados, trabalhadores afastados por motivo de saúde, e funcionários que ingressam na categoria. Os bancários defendem que todos os trabalhadores recebem, por exemplo, PLR, vale-refeição e alimentação.
Garantia de Emprego – Manutenção do nível de emprego – por meio da proibição de dispensas imotivadas e da ampliação do horário de atendimento com dois turnos de trabalho.
Fim do assédio moral e metas abusivas – Os bancários estão entre as categorias que mais sofrem com o assédio moral, instrumento utilizados pelos bancos para forças os funcionários a bater metas abusivas impostas pelas empresas. Essa prática tem contribuído para o adoecimento da categoria e afastamento dos bancários.
Isenção de tarifas e cobrança de juros menores – Os bancários reivindicam cobrança de juros reduzidos à população como forma de incentivar a produção e o desenvolvimento do país. A categoria defende também a isenção do pagamento de tarifas bancárias aos funcionários de bancos e que os juros cobrados desses trabalhadores não sejam superiores a 1% nas operações de cheque especial, empréstimos, cartão de crédito.
Cláusulas Prioritárias – Além dos eixos, os trabalhadores apresentaram a Fenaban cláusulas consideradas prioritárias. Os bancários reivindicam 14º salário; plano de cargos e salários para todos os trabalhadores; regramento da remuneração variável; aumento na gratificação de caixa; vale-alimentação de R$ 300; auxílio creche/babá de um salário mínimo; auxílio-educação para todos os funcionários; fim da terceirização de serviços; criação de comissão de segurança bancária; isenção de tarifas para todos os bancários; delegados sindicais em todos os bancos; programa de reabilitação profissional.
Por Elisângela Cordeiro – notícia colhida no sítio www.spbancarios.com.br.

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