EDUARDO CUCOLO
da Folha Online
O rendimento médio do trabalhador brasileiro caiu novamente no mês de julho e atingiu o nível mais baixo desde que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) iniciou a sua nova pesquisa do mercado de trabalho, em agosto de 2001.
Segundo o instituto, as pessoas ocupadas receberam em média R$ 833,50. Em julho de 2002, o rendimento médio –já descontada a inflação)– era de R$ 996,92. Com isso, a comparação anual revelou queda de 16,4%, a maior observada desde o início da série. Na comparação com o mês anterior, houve queda de 1,7%.
De junho a julho deste ano, caiu ligeiramente o rendimento dos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (-1,4%) e dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (-1,5%), além de uma leve recuperação no rendimento dos trabalhadores por conta própria (2,8%).
Em relação a julho do ano passado, caiu o rendimento dos trabalhadores por conta própria (-21,1%), dos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (-11,3%) e dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (-12,7%).
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Por Mhais• 20 de agosto de 2003• 10:40• Sem categoria
RENDA DO TRABALHADOR CAI 16,4% E BATE RECORDE NEGATIVO, DIZ IBGE
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online
O rendimento médio do trabalhador brasileiro caiu novamente no mês de julho e atingiu o nível mais baixo desde que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) iniciou a sua nova pesquisa do mercado de trabalho, em agosto de 2001.
Segundo o instituto, as pessoas ocupadas receberam em média R$ 833,50. Em julho de 2002, o rendimento médio –já descontada a inflação)– era de R$ 996,92. Com isso, a comparação anual revelou queda de 16,4%, a maior observada desde o início da série. Na comparação com o mês anterior, houve queda de 1,7%.
De junho a julho deste ano, caiu ligeiramente o rendimento dos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (-1,4%) e dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (-1,5%), além de uma leve recuperação no rendimento dos trabalhadores por conta própria (2,8%).
Em relação a julho do ano passado, caiu o rendimento dos trabalhadores por conta própria (-21,1%), dos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (-11,3%) e dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (-12,7%).
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