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Representação dos bancários cobra reabertura das negociações

Em reunião com as direções do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e com o presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT/SP), realizada ontem em Brasília, a CNB/CUT cobrou a reabertura das negociações com a Fenaban para resolver o impasse da greve dos bancários.

Durante encontro de ontem, o deputado João Paulo Cunha se comprometeu a manter contato com a representação dos banqueiros com vistas a pedir a reabertura das negociações. Com este mesmo objetivo, o presidente da Câmara também vai entrar em contato com as direções do BB e da Caixa, desta vez para convencer os dois maiores bancos públicos a buscarem solucionar o impasse das reivindicações complementares. João Paulo opinou ainda que o problema da greve dos bancários deve ser resolvido de maneira negociada.

A CNB/CUT se reuniu ainda com as direções do BB e da Caixa, quando foi cobrada a reabertura das negociações para pontos complementares da pauta de reivindicações da campanha salarial unificada. “Na reunião com os bancos federais, reafirmamos que tanto a Caixa quanto o BB não podem ser meros expectadores neste processo. Eles precisam jogar seu peso com a Fenaban, para obrigar os banqueiros a reabrirem as negociações e melhorarem a proposta de reajuste salarial”, explicou Vagner Freitas, presidente da CNB/CUT e coordenador da Executiva Nacional dos Bancários.

A direção da Caixa não deu nenhuma resposta à CNB/CUT. A diretora de Recursos Humanos, Diva de Souza, disse apenas que levaria a demanda ao Conselho Diretor da empresa. No entanto, a posição do Banco do Brasil foi mais dura. Os representantes do BB disseram que não vão interferir para que a Fenaban reabra o processo de negociações. Afirmaram também que não pretendem mais continuar com as negociações dos itens complementares e que os dias parados serão descontados. Esse comportamento foi criticado por Vagner Freitas, que lamentou o fato da direção de um banco público em um governo democrático agir de forma intransigente e truculenta, apostando no enfrentamento ao invés de buscar negociar.

Fonte: Fenae Net

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Representação dos bancários cobra reabertura das negociações

Em reunião com as direções do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e com o presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT/SP), realizada ontem em Brasília, a CNB/CUT cobrou a reabertura das negociações com a Fenaban para resolver o impasse da greve dos bancários.
Durante encontro de ontem, o deputado João Paulo Cunha se comprometeu a manter contato com a representação dos banqueiros com vistas a pedir a reabertura das negociações. Com este mesmo objetivo, o presidente da Câmara também vai entrar em contato com as direções do BB e da Caixa, desta vez para convencer os dois maiores bancos públicos a buscarem solucionar o impasse das reivindicações complementares. João Paulo opinou ainda que o problema da greve dos bancários deve ser resolvido de maneira negociada.
A CNB/CUT se reuniu ainda com as direções do BB e da Caixa, quando foi cobrada a reabertura das negociações para pontos complementares da pauta de reivindicações da campanha salarial unificada. “Na reunião com os bancos federais, reafirmamos que tanto a Caixa quanto o BB não podem ser meros expectadores neste processo. Eles precisam jogar seu peso com a Fenaban, para obrigar os banqueiros a reabrirem as negociações e melhorarem a proposta de reajuste salarial”, explicou Vagner Freitas, presidente da CNB/CUT e coordenador da Executiva Nacional dos Bancários.
A direção da Caixa não deu nenhuma resposta à CNB/CUT. A diretora de Recursos Humanos, Diva de Souza, disse apenas que levaria a demanda ao Conselho Diretor da empresa. No entanto, a posição do Banco do Brasil foi mais dura. Os representantes do BB disseram que não vão interferir para que a Fenaban reabra o processo de negociações. Afirmaram também que não pretendem mais continuar com as negociações dos itens complementares e que os dias parados serão descontados. Esse comportamento foi criticado por Vagner Freitas, que lamentou o fato da direção de um banco público em um governo democrático agir de forma intransigente e truculenta, apostando no enfrentamento ao invés de buscar negociar.
Fonte: Fenae Net

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