O governador Roberto Requião (PMDB) diz que está vivendo um dos momentos mais duros da atual administração por conta de brigas que assumiu para tentar apagar o que ele chamou de erros do governo anterior. Um dos erros teria sido a manutenção de todas as movimentações financeiras feitas pelo governo do Paraná no Banco Itaú que adquiriu o controle acionário do Banco do Estado do Paraná (Banestado) em leilão público realizado em outubro de 2000. O discurso, feito durante a reunião semanal do secretariado, foi uma resposta ao informe publicado ontem pelo Itaú nos principais jornais do Paraná.
Na nota, o Itaú diz que tomou conhecimento do rompimento do contrato do governo do Estado e da transferência das contas para bancos federais pela imprensa. O banco informa também que não chegou a ser comunicado oficialmente da decisão e que aguarda judicialmente o retorno das contas governamentais. Com a prorrogação contratual feita no final do governo Jaime Lerner (PSB), as contas deveriam permanecer no Itaú até novembro de 2010.
O Itaú está chantageando o governo do Paraná por conta das ações da Copel, que foram caucionadas como garantia de papéis na venda do Banestado. Mas não vai ser fácil passar por cima do Paraná. Estamos cumprindo a Constituição Federal que determina que o dinheiro público tem que estar em banco público, pondera Requião.
Fonte: Folha de Londrina
Notícias recentes
- Encontro Nacional do Bradesco aprova pauta de reivindicações e plano de lutas para a Campanha Nacional 2026
- Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú define reivindicações específicas para 2026
- Santander reuniu trabalhadores de todo o país para definir prioridades da Campanha Nacional 2026
- Funcionários do Mercantil definiram reivindicações e estratégias para a Campanha Nacional 2026
- 41º Conecef aprova plano de lutas e reivindicações das empregadas e empregados da Caixa
Comentários
Por Mhais• 23 de novembro de 2005• 10:04• Sem categoria
Requião critica Jaime Lerner e o banco Itaú
O governador Roberto Requião (PMDB) diz que está vivendo um dos momentos mais duros da atual administração por conta de brigas que assumiu para tentar apagar o que ele chamou de erros do governo anterior. Um dos erros teria sido a manutenção de todas as movimentações financeiras feitas pelo governo do Paraná no Banco Itaú que adquiriu o controle acionário do Banco do Estado do Paraná (Banestado) em leilão público realizado em outubro de 2000. O discurso, feito durante a reunião semanal do secretariado, foi uma resposta ao informe publicado ontem pelo Itaú nos principais jornais do Paraná.
Na nota, o Itaú diz que tomou conhecimento do rompimento do contrato do governo do Estado e da transferência das contas para bancos federais pela imprensa. O banco informa também que não chegou a ser comunicado oficialmente da decisão e que aguarda judicialmente o retorno das contas governamentais. Com a prorrogação contratual feita no final do governo Jaime Lerner (PSB), as contas deveriam permanecer no Itaú até novembro de 2010.
O Itaú está chantageando o governo do Paraná por conta das ações da Copel, que foram caucionadas como garantia de papéis na venda do Banestado. Mas não vai ser fácil passar por cima do Paraná. Estamos cumprindo a Constituição Federal que determina que o dinheiro público tem que estar em banco público, pondera Requião.
Fonte: Folha de Londrina
Deixe um comentário