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Requião critica Jaime Lerner e o banco Itaú

O governador Roberto Requião (PMDB) diz que está vivendo um dos momentos mais duros da atual administração por conta de brigas que assumiu para tentar apagar o que ele chamou de erros do governo anterior. Um dos erros teria sido a manutenção de todas as movimentações financeiras feitas pelo governo do Paraná no Banco Itaú que adquiriu o controle acionário do Banco do Estado do Paraná (Banestado) em leilão público realizado em outubro de 2000. O discurso, feito durante a reunião semanal do secretariado, foi uma resposta ao informe publicado ontem pelo Itaú nos principais jornais do Paraná.
Na nota, o Itaú diz que tomou conhecimento do rompimento do contrato do governo do Estado e da transferência das contas para bancos federais pela imprensa. O banco informa também que não chegou a ser comunicado oficialmente da decisão e que aguarda judicialmente o retorno das contas governamentais. Com a prorrogação contratual feita no final do governo Jaime Lerner (PSB), as contas deveriam permanecer no Itaú até novembro de 2010.
O Itaú está chantageando o governo do Paraná por conta das ações da Copel, que foram caucionadas como garantia de papéis na venda do Banestado. Mas não vai ser fácil passar por cima do Paraná. Estamos cumprindo a Constituição Federal que determina que o dinheiro público tem que estar em banco público, pondera Requião.
Fonte: Folha de Londrina

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Requião critica Jaime Lerner e o banco Itaú

O governador Roberto Requião (PMDB) diz que está vivendo um dos momentos mais duros da atual administração por conta de brigas que assumiu para tentar apagar o que ele chamou de erros do governo anterior. Um dos erros teria sido a manutenção de todas as movimentações financeiras feitas pelo governo do Paraná no Banco Itaú que adquiriu o controle acionário do Banco do Estado do Paraná (Banestado) em leilão público realizado em outubro de 2000. O discurso, feito durante a reunião semanal do secretariado, foi uma resposta ao informe publicado ontem pelo Itaú nos principais jornais do Paraná.
Na nota, o Itaú diz que tomou conhecimento do rompimento do contrato do governo do Estado e da transferência das contas para bancos federais pela imprensa. O banco informa também que não chegou a ser comunicado oficialmente da decisão e que aguarda judicialmente o retorno das contas governamentais. Com a prorrogação contratual feita no final do governo Jaime Lerner (PSB), as contas deveriam permanecer no Itaú até novembro de 2010.
O Itaú está chantageando o governo do Paraná por conta das ações da Copel, que foram caucionadas como garantia de papéis na venda do Banestado. Mas não vai ser fácil passar por cima do Paraná. Estamos cumprindo a Constituição Federal que determina que o dinheiro público tem que estar em banco público, pondera Requião.
Fonte: Folha de Londrina

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