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Salário mínimo: nova reunião pode selar acordo

A reunião entre as centrais sindicais e representantes do governo federal terminou sem uma definição para o novo valor do mínimo. A resolução ficou para uma nova reunião a ocorrer na próxima terça-feira, dia 24, com a presença do presidente Lula e vários ministros.

A proposta mais forte que saiu da reunião foi a de aumento do mínimo para R$ 350 em abril e correção de 8% na tabela do Imposto de Renda. O ministro do trabalho Luiz Marinho não descartou a proposta. “Se fugisse completamente das nossas possibilidades, teríamos rechaçado prontamente. Vamos fazer agora todas as continhas. Agora vai depender dos estudos que vamos fazer até terça-feira”, declarou ele à Folha de S. Paulo.

Pontos como a alteração da data-base e a possibilidade de zerar a inflação no que se refere a correção do tabela do Imposto de Renda, no próximo ano, estarão colocados na pauta de discussão da próxima reunião.

Para o presidente da CNB/CUT Vagner Freitas, com a pressão do movimento sindical, o governo Lula registra um inequívoco avanço na valorização do salário mínimo, bem como na correção da tabela do Imposto de Renda. “Qualquer decisão que saia agora tem que ir pelo mesmo caminho”, defende.

Para ele, é importante também a antecipação do reajuste. “Nossa reivindicação é que o reajuste saia em janeiro, mais próximo de sua definição no orçamento. Dessa forma, o valor chegaria antes ao bolso do trabalhador, o que representa um outro ganho real”, analisa.

Fonte: CNB/CUT

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Salário mínimo: nova reunião pode selar acordo

A reunião entre as centrais sindicais e representantes do governo federal terminou sem uma definição para o novo valor do mínimo. A resolução ficou para uma nova reunião a ocorrer na próxima terça-feira, dia 24, com a presença do presidente Lula e vários ministros.
A proposta mais forte que saiu da reunião foi a de aumento do mínimo para R$ 350 em abril e correção de 8% na tabela do Imposto de Renda. O ministro do trabalho Luiz Marinho não descartou a proposta. “Se fugisse completamente das nossas possibilidades, teríamos rechaçado prontamente. Vamos fazer agora todas as continhas. Agora vai depender dos estudos que vamos fazer até terça-feira”, declarou ele à Folha de S. Paulo.
Pontos como a alteração da data-base e a possibilidade de zerar a inflação no que se refere a correção do tabela do Imposto de Renda, no próximo ano, estarão colocados na pauta de discussão da próxima reunião.
Para o presidente da CNB/CUT Vagner Freitas, com a pressão do movimento sindical, o governo Lula registra um inequívoco avanço na valorização do salário mínimo, bem como na correção da tabela do Imposto de Renda. “Qualquer decisão que saia agora tem que ir pelo mesmo caminho”, defende.
Para ele, é importante também a antecipação do reajuste. “Nossa reivindicação é que o reajuste saia em janeiro, mais próximo de sua definição no orçamento. Dessa forma, o valor chegaria antes ao bolso do trabalhador, o que representa um outro ganho real”, analisa.
Fonte: CNB/CUT

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