fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 01:34 Sem categoria

Segurança bancária não é prioridade para os banqueiros

Trabalhadores querem a ratificação da 158 da OIT

São Paulo – Na segunda rodada de negociações entre a Fenaban e os trabalhadores, outro assunto tratado foi o da segurança bancária. Apesar dos banqueiros insistirem que o tema é sigiloso e que não podia ser discutido na mesa, os trabalhadores mostraram que há sérios problemas que precisam ser resolvidos, como o fim da obrigatoriedade do porte das chaves do cofre ou o transporte de dinheiro em carros particulares.

“Há muitos bancários morrendo pela falta de segurança nos locais de trabalho. Há pessoas seqüestradas. Precisamos resolver isso rapidamente”, disse o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.

Outro tema dentro abordado dentro das condições de trabalho foi a convenção 158 da OIT, que proíbe patrões de fazerem dispensas imotivadas.

“Durante quatro meses o Brasil ratificou essa convenção. Mas os banqueiros fizeram um lobby junto ao então presidente Fernando Henrique Cardoso para que isso fosse suspenso”, lembra Marcolino. Com a assinatura da convenção, os bancos, por exemplo, teriam que respeitar uma série de regras para dispensar um trabalhador.

Terceirização – Os banqueiros não quiseram discutir a terceirização, mas quando foram lembrados sobre os trabalhadores do teleatendimento, disseram que estão conversando entre eles para ampliar o acordo para que todos passem à categoria bancária.

Horário de atendimento – A proposta dos trabalhadores era simples: ampliar o horário de atendimento, com dois turnos nos locais de trabalho e aumentar os postos de trabalho. Mas os banqueiros não quiseram tratar do tema.

Por Cláudia Motta e Ricardo Negrão – 21/08/2006. Notícia colhida no sítio www.spbancarios.com.br.

Por 01:34 Notícias

Segurança bancária não é prioridade para os banqueiros

Trabalhadores querem a ratificação da 158 da OIT
São Paulo – Na segunda rodada de negociações entre a Fenaban e os trabalhadores, outro assunto tratado foi o da segurança bancária. Apesar dos banqueiros insistirem que o tema é sigiloso e que não podia ser discutido na mesa, os trabalhadores mostraram que há sérios problemas que precisam ser resolvidos, como o fim da obrigatoriedade do porte das chaves do cofre ou o transporte de dinheiro em carros particulares.
“Há muitos bancários morrendo pela falta de segurança nos locais de trabalho. Há pessoas seqüestradas. Precisamos resolver isso rapidamente”, disse o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.
Outro tema dentro abordado dentro das condições de trabalho foi a convenção 158 da OIT, que proíbe patrões de fazerem dispensas imotivadas.
“Durante quatro meses o Brasil ratificou essa convenção. Mas os banqueiros fizeram um lobby junto ao então presidente Fernando Henrique Cardoso para que isso fosse suspenso”, lembra Marcolino. Com a assinatura da convenção, os bancos, por exemplo, teriam que respeitar uma série de regras para dispensar um trabalhador.
Terceirização – Os banqueiros não quiseram discutir a terceirização, mas quando foram lembrados sobre os trabalhadores do teleatendimento, disseram que estão conversando entre eles para ampliar o acordo para que todos passem à categoria bancária.
Horário de atendimento – A proposta dos trabalhadores era simples: ampliar o horário de atendimento, com dois turnos nos locais de trabalho e aumentar os postos de trabalho. Mas os banqueiros não quiseram tratar do tema.
Por Cláudia Motta e Ricardo Negrão – 21/08/2006. Notícia colhida no sítio www.spbancarios.com.br.

Close