Os sindicatos de servidores do Banco Central discutirão em assembléias hoje a proposta do governo de aumento salarial médio de 5%. A greve dos funcionários deve continuar, porque essa proposta é inaceitável, disse o presidente do Sindicato Nacional dos Servidores em Brasília, Paulo de Tarso Calovi.
A proposta do governo foi apresentada nessa quinta-feira em uma assembléia que contou com a participação do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça; do diretor de administração do Banco Central, João Antônio Fleury Teixeira; e de representantes da área de Recursos Humanos do BC, além das lideranças sindicais.
Os servidores estão parados desde o dia 19 e a média de adesão nacional, segundo o dirigente sindical, é de 85%. Calovi informou que há três meses o sindicato enviou ao governo as reivindicações de revisão no plano de cargos, aumento salarial de 57%, melhorias no plano de saúde e redução da jornada de trabalho, entre outras.
Fonte: www.jbonline.com.br
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Por Mhais• 23 de setembro de 2005• 10:57• Sem categoria
Servidores do BC discutirão hoje manutenção da greve
Os sindicatos de servidores do Banco Central discutirão em assembléias hoje a proposta do governo de aumento salarial médio de 5%. A greve dos funcionários deve continuar, porque essa proposta é inaceitável, disse o presidente do Sindicato Nacional dos Servidores em Brasília, Paulo de Tarso Calovi.
A proposta do governo foi apresentada nessa quinta-feira em uma assembléia que contou com a participação do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça; do diretor de administração do Banco Central, João Antônio Fleury Teixeira; e de representantes da área de Recursos Humanos do BC, além das lideranças sindicais.
Os servidores estão parados desde o dia 19 e a média de adesão nacional, segundo o dirigente sindical, é de 85%. Calovi informou que há três meses o sindicato enviou ao governo as reivindicações de revisão no plano de cargos, aumento salarial de 57%, melhorias no plano de saúde e redução da jornada de trabalho, entre outras.
Fonte: www.jbonline.com.br
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