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Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região faz reunião com bancos sobre a gripe A (H1N1) e os procedimentos para evitar o contágio

O Sindicato dos Bancários de Curitiba e região por intermédio da Secretaria de Saúde da entidade promoveu nesta terça-feira, dia 13 de abril, reunião com representantes dos principais bancos presentes na capital para discutir a prevenção da gripe H1N1.

Trabalhadores bancários no Banco do Brasil, Caixa, Bradesco e HSBC, além de dirigentes sindicais, compareceram para sanar as principais dúvidas com especialistas da Secretaria Estadual e Municipal de Saúde.

O presidente do Sindicato, Otávio Dias, participou da discussão e salientou que o Sindicato está preocupado com a saúde dos trabalhadores e dos clientes bancários e por isso, defende a manutenção da liminar que, em agosto de 2009, restringiu o acesso às agências bancárias. Otávio também defende que a vacina seja aplicada para todos os trabalhadores bancários, independente da faixa etária ou se fazem parte dos grupos de risco.

Dentre as medidas que são defendidas para que sejam tomadas pelos bancos, estão:

1. Estabelecer rotina freqüente de desinfecção (álcool 70%, fricção por 30 segundos) de balcões, mesas, poltronas/cadeiras, porta giratória e de vidro, caixa eletrônico, maçanetas, torneiras, porta papel toalha, porta sabão líquido, corrimões e painéis de elevadores, telefones e demais artigos e equipamentos que possam ser de uso compartilhado e/ou coletivo;

2. Caso possua bebedouro, orientar os clientes/funcionários para não colocarem os lábios no bico ejetor de água. Proceder no equipamento, desinfecção com álcool 70%, freqüentemente. Preferência por utilização de galões de água e copos descartáveis;

3. Disponibilizar frascos com álcool 70% glicerinado para uso individual em cada caixa/mesa de atendimento ao público. Orientar para que seja realizada a fricção das mãos com o álcool, a cada atendimento/manipulação de documentos/dinheiro;

4. Disponibilizar a todos os clientes e colaboradores, acesso fácil a pias providas de água corrente, sabonete líquido, toalhas descartáveis, lixeiras com tampa acionada por pedal, além de álcool 70% glicerinado;

5. Estimular frequentemente a higienização das mãos dos funcionários e clientes, assim como a prevenção com vacinação;

6. Divulgar para que ao tossir ou espirrar, deve-se cobrir o nariz e a boca com lenços descartáveis e que se evite tocar os olhos, nariz e boca, higienizando as mãos na sequência.

Os representantes das Secretarias também esclareceram que apenas pessoas gripadas devem utilizar as máscaras descartáveis, realizando trocas periodicamente. O uso não é aconselhável para pessoas saudáveis.

Por: Patrícia Meyer.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuriitba.org.br.

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Levantamento aponta que menos de 50% das grávidas de 14 estados se vacinaram contra a gripe suína

Brasília – Em quatorze estados, menos de 50% das grávidas já se vacinou contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. De acordo com levantamento do Ministério da Saúde, 1,5 milhão de gestantes procuraram os postos de saúde em todo o país, contra 6,3 milhões de doentes crônicos e 8,6 milhões de jovens de 20 a 29 anos de idade.

A Região Nordeste é a que registra o menor percentual de vacinação de grávidas, 46,6%. O maior ficou com a Região Sul, 60,5%.O estado com a maior cobertura vacinal de gestantes é Goiás, com 73,2%. Já o menor índice foi registrado em Roraima, 30,7%.

As grávidas estão entre as principais vítimas da doença e, por isso, integram os grupos prioritários de vacinação. Das 50 mortes registradas em 2010, 32% foram de gestantes – uma em cada três. No ano passado, foram 189 mortes – mortalidade 50% superior em comparação à população geral.

O Ministério da Saúde alerta que não há contraindicação da vacina às grávidas. Elas podem se imunizar em qualquer período da gestação. A mulher que ficar grávida após a etapa de vacinação pode procurar o posto de saúde a qualquer tempo. Apenas os alérgicos a ovo, não devem tomar a vacina.

Por conta da baixa adesão à campanha de vacinação, o governo prorrogou a fase de imunização das gestantes até o dia 23 de abril.

Por Carolina Pimentel – Repórter da Agência Brasil. Edição: Lílian Beraldo.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.

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Gripe A é tema de conversa com ministro Temporão – 14/04/2010 22:08

No encontro com o ministro José Gomes Temporão, no Ministério da Saúde, nesta quarta-feira (14), em Brasília, o governador Orlando Pessuti e o secretário de Saúde, Carlos Moreira Junior conversaram sobre a vacinação contra a gripe A no estado. O Paraná é o estado que mais registrou mortes de pessoas saudáveis pela doença, em todas as faixas etárias.

“Mesmo entendendo todos os critérios científicos e tecnológicos empregados pelo ministério nós viemos discutir a possibilidade de vacinarmos 100% da população. O ministério se colocou contrário a isso”, contou Pessuti.

“O que nos colocaram foi que assim que o estado atingir o 100% de vacinação, segundo o calendário do próprio ministério, os casos da gripe irão praticamente desaparecer”, acrescentou o secretário Moreira.

No início desta semana, a juíza federal Gisele Lemke, da 2a Vara Federal de Curitiba, determinou em decisão liminar que a vacina seja ofertada de forma solidária a toda a população. Nos próximos dias, o Ministério da Saúde deverá com um pedido de cassação da liminar.

“Nosso clima mais frio possibilita a maior incidência dos casos de gripe. Mas o ministro nos tranquilizou no que diz respeito ao aumento dos casos e a população não precisa se alarmar porque a secretaria conta com estoque suficiente de Tamiflu (remédio utilizado no tratamento da gripe A) para atender os possíveis casos”, garantiu Moreira.

“Vamos seguir o calendário de vacinação do Ministério da Saúde mas mesmo assim vamos continuar tentando expandir a vacinação para o maior número de paranaenses”, ressaltou Orlando Pessuti.

Números- De acordo com o boletim epidemologico divulgado nesta semana, o Paraná registrou neste ano, 668 casos da nova gripe. Nove pessoas morreram e outros 824 casos notificados foram negativos para o vírus H1N1.

A última morte foi registrada no início de março. A região que mais apresentou casos confirmados foi a de Londrina (181), seguida por Maringá (164) e Curitiba (108).

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.aenoticias.pr.gov.br.

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