O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro espera obter bons resultados das audiências de conciliação que vão acontecer nesta quarta-feira no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, entre os representantes da categoria, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
Segundo o secretário-geral do sindicato na cidade, Carlos Augusto Aguiar, os bancários poderão ser prejudicados se houver dissídio coletivo.
“A tendência do TST não é julgar apenas a questão salarial, o que pode resultar em suspensão de direitos. Outra situação é que a categoria não recorre ao dissídio desde 82 e a nossa tradição é conseguir conquistas pela negociação”, afirmou.
Bancários, bancos ou o Ministério Público podem pedir o dissídio coletivo à Justiça do Trabalho se entenderem que a sociedade está sendo prejudicada pela greve.
O Sindicato espera reverter a decisão da última assembléia da categoria que optou pela dissídio durante a reunião que será realizada hoje, às 18 h, na Galeria dos Empregados do Comércio. Carlos Augusto explica que a retomada das negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) pode acabar com a greve, bastando que se feche um acordo de 12% de aumento mais abono.
O movimento grevista completa 30 dias com a adesão de 100% na CEF e no BB.
Agência Brasil / Globo.com
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Por Mhais• 13 de outubro de 2004• 17:18• Sem categoria
Sindicato dos bancários espera bons resultados das audiências no TST
O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro espera obter bons resultados das audiências de conciliação que vão acontecer nesta quarta-feira no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, entre os representantes da categoria, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
Segundo o secretário-geral do sindicato na cidade, Carlos Augusto Aguiar, os bancários poderão ser prejudicados se houver dissídio coletivo.
“A tendência do TST não é julgar apenas a questão salarial, o que pode resultar em suspensão de direitos. Outra situação é que a categoria não recorre ao dissídio desde 82 e a nossa tradição é conseguir conquistas pela negociação”, afirmou.
Bancários, bancos ou o Ministério Público podem pedir o dissídio coletivo à Justiça do Trabalho se entenderem que a sociedade está sendo prejudicada pela greve.
O Sindicato espera reverter a decisão da última assembléia da categoria que optou pela dissídio durante a reunião que será realizada hoje, às 18 h, na Galeria dos Empregados do Comércio. Carlos Augusto explica que a retomada das negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) pode acabar com a greve, bastando que se feche um acordo de 12% de aumento mais abono.
O movimento grevista completa 30 dias com a adesão de 100% na CEF e no BB.
Agência Brasil / Globo.com
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