No último dia 18 o Sindicato participou de uma longa reunião com o banco Itaú, com o propósito de discutir as possíveis conseqüências sobre os empregos após a retirada das contas públicas do Estado do Paraná.
O Banco negou qualquer pretensão de corte de funcionários e/ou fechamento de agências, afirmando que “todas as energias estarão voltadas para a retenção das contas do funcionalismo, para isso o banco irá necessitar de pessoas qualificadas para o trabalho”.
O representante do RH do banco abordou o projeto de “peformance”, que o Itaú está implementando e que visa a satisfação da equipe de funcionários, mudando paradigmas na administração. O projeto teve início em dezembro de 2004, começando pela diretoria, e nesta fase está sendo aplicado para as superintendências.
De certa forma o Banco procurou tranquilizar o movimento sindical, afirmando que nesta nova fase do Itaú não há espaço para demissões, e que qualquer boato sobre listas ou agências suscetíveis de fechamento devem ser descartados e desestimulados. Também houve o compromisso de total transparência em relação aos próximos passos, ou seja, se houver qualquer mudança nas estratégias do banco, o movimento sindical será informado antecipadamente.
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Por Mhais• 18 de novembro de 2005• 18:10• Sem categoria
Sindicato e FETEC discutem garantia de emprego com Itaú
No último dia 18 o Sindicato participou de uma longa reunião com o banco Itaú, com o propósito de discutir as possíveis conseqüências sobre os empregos após a retirada das contas públicas do Estado do Paraná.
O Banco negou qualquer pretensão de corte de funcionários e/ou fechamento de agências, afirmando que “todas as energias estarão voltadas para a retenção das contas do funcionalismo, para isso o banco irá necessitar de pessoas qualificadas para o trabalho”.
O representante do RH do banco abordou o projeto de “peformance”, que o Itaú está implementando e que visa a satisfação da equipe de funcionários, mudando paradigmas na administração. O projeto teve início em dezembro de 2004, começando pela diretoria, e nesta fase está sendo aplicado para as superintendências.
De certa forma o Banco procurou tranquilizar o movimento sindical, afirmando que nesta nova fase do Itaú não há espaço para demissões, e que qualquer boato sobre listas ou agências suscetíveis de fechamento devem ser descartados e desestimulados. Também houve o compromisso de total transparência em relação aos próximos passos, ou seja, se houver qualquer mudança nas estratégias do banco, o movimento sindical será informado antecipadamente.
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