A proposta de reduzir a Parcela Previ dos atuais R$ 2.200 para R$ 1.468, com revisão dos benefícios daqueles que se aposentaram a partir de 1997, é apoiada pela maioria dos sindicatos de bancários de todo o Brasil, dentre eles os de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Pernambuco, Ceará, Curitiba, Campinas, Sergipe, Florianópolis, Bahia, Mato Grosso e muitos outros.
Esta proposta foi negociada entre o Banco do Brasil e a Comissão de Empresa, com a participação de conselheiros deliberativos eleitos da Previ, num processo que levou dois anos para ser concluído.
A aprovação no plebiscito que acontecerá de 21 a 29 de novembro significa aumentar em até R$ 732 no benefício de cerca de 20 mil colegas que se aposentaram a partir de dezembro de 1997 e outros 45 mil participantes do plano 1 que estão na ativa.
Rejeitar a proposta significa voltar à estaca zero e começar a negociar nova proposta.
Reduzir ou extinguir – A solução da PP não se resolve no âmbito da Previ. Por envolver revisão de artigo do regulamento do plano 1, o tema precisa ser votado pelo Conselho Deliberativo da Previ, no qual o banco tem o voto de Minerva.
Precisa, ainda, ser aprovado formalmente pela diretoria do Banco do Brasil. A reivindicação inicial apresentada pelos sindicatos era de extinguir a PP, de maneira que os benefícios fossem complementares aos do INSS. O banco nunca aceitou a tese, argumentando que, dessa maneira, a Previ estaria submetida aos riscos de mudanças futuras no INSS.
Diante da intransigência do banco, a alternativa encontrada pelos sindicatos foi voltar a PP para seu valor original, de R$ 1.031, corrigido pelos índices de reajuste salarial do período. Acompanhando os índices de reajuste salarial, serão reduzidos os efeitos maléficos do congelamento salarial imposto pelo banco e que ocasionaram o cálculo de benefícios cada vez menores na Previ.
Entre ficar marcando posição sem resolver o problema, os sindicatos e conselheiros deliberativos eleitos da Previ preferiram buscar uma alternativa que viabilizasse uma solução para melhora imediata de benefício para milhares de associados. A existência de superávit no final de 2005 permitirá apresentar novas reivindicações a partir de 2006.
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Por Mhais• 15 de novembro de 2005• 20:39• Sem categoria
Sindicatos de todo o país apóiam redução da Parcela Previ
A proposta de reduzir a Parcela Previ dos atuais R$ 2.200 para R$ 1.468, com revisão dos benefícios daqueles que se aposentaram a partir de 1997, é apoiada pela maioria dos sindicatos de bancários de todo o Brasil, dentre eles os de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Pernambuco, Ceará, Curitiba, Campinas, Sergipe, Florianópolis, Bahia, Mato Grosso e muitos outros.
Esta proposta foi negociada entre o Banco do Brasil e a Comissão de Empresa, com a participação de conselheiros deliberativos eleitos da Previ, num processo que levou dois anos para ser concluído.
A aprovação no plebiscito que acontecerá de 21 a 29 de novembro significa aumentar em até R$ 732 no benefício de cerca de 20 mil colegas que se aposentaram a partir de dezembro de 1997 e outros 45 mil participantes do plano 1 que estão na ativa.
Rejeitar a proposta significa voltar à estaca zero e começar a negociar nova proposta.
Reduzir ou extinguir – A solução da PP não se resolve no âmbito da Previ. Por envolver revisão de artigo do regulamento do plano 1, o tema precisa ser votado pelo Conselho Deliberativo da Previ, no qual o banco tem o voto de Minerva.
Precisa, ainda, ser aprovado formalmente pela diretoria do Banco do Brasil. A reivindicação inicial apresentada pelos sindicatos era de extinguir a PP, de maneira que os benefícios fossem complementares aos do INSS. O banco nunca aceitou a tese, argumentando que, dessa maneira, a Previ estaria submetida aos riscos de mudanças futuras no INSS.
Diante da intransigência do banco, a alternativa encontrada pelos sindicatos foi voltar a PP para seu valor original, de R$ 1.031, corrigido pelos índices de reajuste salarial do período. Acompanhando os índices de reajuste salarial, serão reduzidos os efeitos maléficos do congelamento salarial imposto pelo banco e que ocasionaram o cálculo de benefícios cada vez menores na Previ.
Entre ficar marcando posição sem resolver o problema, os sindicatos e conselheiros deliberativos eleitos da Previ preferiram buscar uma alternativa que viabilizasse uma solução para melhora imediata de benefício para milhares de associados. A existência de superávit no final de 2005 permitirá apresentar novas reivindicações a partir de 2006.
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