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Sindicatos discutem demandas no banco Santander

Diretores dos Sindicatos de Cornélio Procópio, Apucarana e de Londrina e respectivas regiões estiveram reunidos no dia 12 de maio com representantes do Santander (Relações Sindicais e Gerência Regional). Na ocasião foram tratados diversos assuntos, como as dificuldades dos funcionários com a troca do sistema do banco, as ações desenvolvidas nas faculdades e segurança bancária.

Dirigentes dos Sindicatos levantaram demandas dos funcionários junto aos representantes de Relações Sindicais e da Regional do Santander em Londrina.

Sobre o sistema do banco, os sindicalistas relataram as dificuldades ainda encontradas pelos funcionários em relação ao sistema do Santander. Os representantes do banco relataram que a tecnologia dos sistemas do Santander segue um padrão global e que o banco criou um grupo de trabalho para estudar e aprimorar eventuais mudanças.

“Esta troca causou um grande impacto junto aos funcionários oriundos do Real, afetando muitas vezes a obtenção de resultados. Mesmo com o treinamento disponibilizado pelo banco, entendemos que ainda é necessário intensificar as formas dos funcionários se adaptarem a este sistema”, avalia Dirceu Casa Grande Junior, presidente do Sindicato de Cornélio Procópio.

Com a preocupação demonstrada pelos Sindicatos sobre o emprego no banco, os representantes do Santander relataram que o banco tem feito mais contratações do que desligamentos e que estes foram pontuais. Ressaltaram também que as contratações estão demorando em função da implantação pelo Santander de um programa de “mobilidade” interna, pelo qual as vagas disponíveis são primeiramente ofertadas para os funcionários e, somente em caso de não preenchimento, as contratações externas são autorizadas.

“Além disso, cobramos a adequação de algumas agências, que estão com o  espaço físico inadequado, bem como discutimos questões relacionadas á segurança bancária, insistindo para que as portas de segurança sejam recolocadas na entrada das salas de auto-atendimento”, relata Damião Rodrigues, presidente do Sindicato de Apucarana.

Trabalho nas faculdades

As ações desenvolvidas pelo banco nas faculdades têm sido objeto de muitas críticas pelos Sindicatos. A extrapolação da jornada, o registro no ponto eletrônico, o pagamento das horas extras, a necessidade de participação, dentre outros fatos, faz com que esta situação necessite de uma resolução imediata.

“A regra, segundo o banco, é a seguinte: os funcionários têm que ser informados da atividade e somente participa quem quiser. Ou seja, não pode haver pressão nas agências obrigando ou constrangendo os funcionários a participarem”, ressalta Wanderley Crivellari, presidente do Sindicato de Londrina.

Para ele, nem é preciso lembrar que não pode ultrapassar as duas horas extras diárias da jornada destes trabalhadores e que a hora tem que ser registrada. “Os representantes do Santander informaram que há ferramentas no registro de ponto que permitem a devida inclusão das horas extras realizadas”, acrescenta Wanderley.

Os dirigentes sindicais também cobraram do banco o envio da relação contendo o nome dos funcionários, o dia, local e quantidade de horas trabalhadas nestas ações.

“Sobre as folgas, decorrentes do trabalho de integração nos dias 09/01 e 13/02, solicitamos que o banco reoriente os gestores para que elas já sejam programadas junto aos funcionários”, relata Dirceu Quinelato, diretor do Sindicato de Londrina.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.vidabancaria.com.br

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