O governo já enviou projeto de lei ao Congresso, visando a reserva de 50% das vagas nas universidades federais para alunos que tenham cursado o segundo grau em escolas públicas.
Um importante passo foi dado contra a desigualdade social quando o presidente Lula decidiu investir no estudante de escola pública, que tem muito menos incentivo para se esforçar e se dedicar ao estudo.
Torna-se muito oportuno lembrar que mais de 70% dos alunos das universidades públicas provêem de famílias incluídas entre os 20% mais ricos da população.
O que ocorre é que, no Brasil, os pobres financiam a educação universitária dos ricos, uma vez que as universidades públicas são financiadas por impostos.
O projeto do governo visa a inserção das cotas por curso e não por instituição, o que oferece ao estudante maior motivação para o engajamento em cursos mais disputados.
Sem o sistema de cotas, comumente, o aluno de escolas públicas, quando ingressa em cursos superiores, opta pelos cursos menos requisitados, o que por vezes acaba tornando frustrante a experiência acadêmica.
A desigualdade social está sendo amenizada quando o governo se esforça para democratizar o acesso aos cursos mais concorridos, que geralmente proporcionam maior retorno financeiro.
Entretanto, o assunto está gerando muita discórdia entre as elites brasileiras. Até então, tem sido cômodo para a minoria do país não investir em educação na faculdade e, depois, só desfrutar de seus benefícios.
Fetec/PR, com informações da Folha de São Paulo.
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Por Mhais• 22 de junho de 2004• 13:22• Sem categoria
SISTEMA DE COTAS AJUDA A COMBATER A DESIGUALDADE
O governo já enviou projeto de lei ao Congresso, visando a reserva de 50% das vagas nas universidades federais para alunos que tenham cursado o segundo grau em escolas públicas.
Um importante passo foi dado contra a desigualdade social quando o presidente Lula decidiu investir no estudante de escola pública, que tem muito menos incentivo para se esforçar e se dedicar ao estudo.
Torna-se muito oportuno lembrar que mais de 70% dos alunos das universidades públicas provêem de famílias incluídas entre os 20% mais ricos da população.
O que ocorre é que, no Brasil, os pobres financiam a educação universitária dos ricos, uma vez que as universidades públicas são financiadas por impostos.
O projeto do governo visa a inserção das cotas por curso e não por instituição, o que oferece ao estudante maior motivação para o engajamento em cursos mais disputados.
Sem o sistema de cotas, comumente, o aluno de escolas públicas, quando ingressa em cursos superiores, opta pelos cursos menos requisitados, o que por vezes acaba tornando frustrante a experiência acadêmica.
A desigualdade social está sendo amenizada quando o governo se esforça para democratizar o acesso aos cursos mais concorridos, que geralmente proporcionam maior retorno financeiro.
Entretanto, o assunto está gerando muita discórdia entre as elites brasileiras. Até então, tem sido cômodo para a minoria do país não investir em educação na faculdade e, depois, só desfrutar de seus benefícios.
Fetec/PR, com informações da Folha de São Paulo.
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