A adesão á greve da CEF no Paraná vem aumentando gradativamente desde o início do movimento. Nesta quarta-feira,100% dos filiados à Fetec/Pr fazem paralizações na capital e no interior nas cidades de Curitiba, Apucarana, Arapoti, Cornélio, Campo Mourão, Guarapuava, Londrina, Paranavaí, Toledo e Umuarama. Hoje, 40% das operações realizadas diariamente pela CEF estão paralisadas ou mais lentas. O banco tem no estado 1,8 milhão de clientes – entre titulares de conta corrente e de caderneta de poupança; as perdas se estendem ainda mais, pois a empresa atende muitos clientes para compra de imóvel e penhor, além de “distribuir” o dinheiro do FGTS a quem tem direito. Apesar dos intensos protestos em todo o país, na reunião de ontem os diretores da CEF não apresentaram proposta aos bancários; o prejuízo causado pela greve foi grande, mas não a ponto de despertar a consciência da necessidade de dar mais dignidade e condições de trabalho aos funcionários. Mas a categoria não pretende parar com as manifestações. De acordo com o presidente da Fetec/Pr, Adilson Stuzata,“a expectativa é que um acordo seja fechado hoje. Mas se não for, com certeza continuaremos fazendo paralisações, cada vez mais intensas. Não pretendemos desistir, de forma alguma”.
Para maiores informações, entrar em contato com Adilson Stuzata: 9979-7861
Fetec – CUT – Pr
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Por Mhais• 22 de outubro de 2003• 01:02• Sem categoria
TODOS OS FILIADOS À FETEC/PR ADEREM À GREVE DA CEF
A adesão á greve da CEF no Paraná vem aumentando gradativamente desde o início do movimento. Nesta quarta-feira,100% dos filiados à Fetec/Pr fazem paralizações na capital e no interior nas cidades de Curitiba, Apucarana, Arapoti, Cornélio, Campo Mourão, Guarapuava, Londrina, Paranavaí, Toledo e Umuarama. Hoje, 40% das operações realizadas diariamente pela CEF estão paralisadas ou mais lentas. O banco tem no estado 1,8 milhão de clientes – entre titulares de conta corrente e de caderneta de poupança; as perdas se estendem ainda mais, pois a empresa atende muitos clientes para compra de imóvel e penhor, além de “distribuir” o dinheiro do FGTS a quem tem direito. Apesar dos intensos protestos em todo o país, na reunião de ontem os diretores da CEF não apresentaram proposta aos bancários; o prejuízo causado pela greve foi grande, mas não a ponto de despertar a consciência da necessidade de dar mais dignidade e condições de trabalho aos funcionários. Mas a categoria não pretende parar com as manifestações. De acordo com o presidente da Fetec/Pr, Adilson Stuzata,“a expectativa é que um acordo seja fechado hoje. Mas se não for, com certeza continuaremos fazendo paralisações, cada vez mais intensas. Não pretendemos desistir, de forma alguma”.
Para maiores informações, entrar em contato com Adilson Stuzata: 9979-7861
Fetec – CUT – Pr
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