Centrais sindicais fazem reunião, hoje, a partir das 11h00, no Ministério do Trabalho e Emprego.
São Paulo – As centrais sindicais vão novamente à Brasília, nesta quarta-feira, dia 21, para debater com ministros o novo valor do salário mínimo e o desconto da tabela do Imposto de Renda.
No último dia 15, os sindicalistas discutiram os temas em reunião com os ministros do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, da Fazenda, Antonio Palocci, da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do Planejamento, Paulo Bernardo. Os sindicalistas pedem um aumento para R$ 400 do salário mínimo e uma correção da tabela de 13%.
Entretanto, se depender do relator do Orçamento, deputado Carlito Merss (PT-SC), o salário mínimo deverá ficar entre R$ 340 e R$ 350, a partir de 1º de maio do ano que vem. Segundo a Agência Brasil, o deputado gostaria de anunciar um salário mínimo maior, mas dados da Confederação Nacional dos Municípios apontam que, se o salário chegar a R$ 350, cerca de 1.400 prefeituras não terão condições de pagar esse valor, além de descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.
De acordo com o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, os trabalhadores tinham a expectativa de que um valor fosse apresentado na reunião anterior.
“Não abrimos mão do acordo do ano passado sobre a correção da tabela do Imposto de Renda”, diz Luiz Cláudio, que estará na reunião desta quarta-feira, no Ministério do Trabalho e Emprego.
A pressão dos trabalhadores já resultou em duas marchas (2004 e no final de novembro). Com a mobilização, o Congresso Nacional aceitou criar uma comissão para elaborar uma política de valorização do salário mínimo.
Por Ricardo Negrão.
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Por Mhais• 21 de dezembro de 2005• 00:23• Sem categoria
Trabalhadores voltam a debater novo SM e IR com ministros
Centrais sindicais fazem reunião, hoje, a partir das 11h00, no Ministério do Trabalho e Emprego.
São Paulo – As centrais sindicais vão novamente à Brasília, nesta quarta-feira, dia 21, para debater com ministros o novo valor do salário mínimo e o desconto da tabela do Imposto de Renda.
No último dia 15, os sindicalistas discutiram os temas em reunião com os ministros do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, da Fazenda, Antonio Palocci, da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do Planejamento, Paulo Bernardo. Os sindicalistas pedem um aumento para R$ 400 do salário mínimo e uma correção da tabela de 13%.
Entretanto, se depender do relator do Orçamento, deputado Carlito Merss (PT-SC), o salário mínimo deverá ficar entre R$ 340 e R$ 350, a partir de 1º de maio do ano que vem. Segundo a Agência Brasil, o deputado gostaria de anunciar um salário mínimo maior, mas dados da Confederação Nacional dos Municípios apontam que, se o salário chegar a R$ 350, cerca de 1.400 prefeituras não terão condições de pagar esse valor, além de descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.
De acordo com o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, os trabalhadores tinham a expectativa de que um valor fosse apresentado na reunião anterior.
“Não abrimos mão do acordo do ano passado sobre a correção da tabela do Imposto de Renda”, diz Luiz Cláudio, que estará na reunião desta quarta-feira, no Ministério do Trabalho e Emprego.
A pressão dos trabalhadores já resultou em duas marchas (2004 e no final de novembro). Com a mobilização, o Congresso Nacional aceitou criar uma comissão para elaborar uma política de valorização do salário mínimo.
Por Ricardo Negrão.
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