(Rio) O Banerj Velho pode ser incorporado pelo Bradesco, Unibanco ou Itaú, ou ainda pela empresa Docas Investimento S/A. Estas foram as empresas que se habilitaram para o leilão, marcado para quarta-feira às 10h. O lance mínimo é de R$ 738 milhões, pagos à vista, para 55,61% das ações preferenciais do governo, o que representa 96,23% do capital do banco.
O edital determina que, após a venda, sejam devolvidos ao governo o prédio do Banerjão, um terreno na Zona Oeste e as obras de arte que fazem parte do patrimônio do banco. O leilão só poderá ser realizado graças a um empréstimo concedido pela CEF ao Banerj para garantir a operação. A autorização para liberação dos R$ 2,9 bilhões foi enviada pelo governo federal ao Senado, que a aprovou.
Quem ganha
Já era previsto que o Itaú, que comprou a parte saneada do Banerj, se interessaria pela parte em liquidação. Se ficar com o Banerj Velho, vai pagar 237,3% a mais que os R$ 311 milhões pagos pela parte azul, em 1997. Mas, como o banco em liquidação tem cerca de R$ 4 bilhões em créditos tributários, o negócio é muito vantajoso para o comprador.
Quem sai perdendo é o vendedor, o governo do Estado, que decidiu abrir mão do patrimônio para sanar dívidas imediatas e encerrar o mandato com a mesma dívida que recebeu. Se não conseguir acertar estas contas antes de entregar o cargo, em janeiro, a governadora será punida pelo Tribunal de Contas do Estado e pode até ser presa.
Fonte: Feeb RJ/ES.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
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Por Mhais• 21 de novembro de 2006• 17:57• Sem categoria
Três bancos disputam o Banerj Velho nesta quarta-feira (22/11)
(Rio) O Banerj Velho pode ser incorporado pelo Bradesco, Unibanco ou Itaú, ou ainda pela empresa Docas Investimento S/A. Estas foram as empresas que se habilitaram para o leilão, marcado para quarta-feira às 10h. O lance mínimo é de R$ 738 milhões, pagos à vista, para 55,61% das ações preferenciais do governo, o que representa 96,23% do capital do banco.
O edital determina que, após a venda, sejam devolvidos ao governo o prédio do Banerjão, um terreno na Zona Oeste e as obras de arte que fazem parte do patrimônio do banco. O leilão só poderá ser realizado graças a um empréstimo concedido pela CEF ao Banerj para garantir a operação. A autorização para liberação dos R$ 2,9 bilhões foi enviada pelo governo federal ao Senado, que a aprovou.
Quem ganha
Já era previsto que o Itaú, que comprou a parte saneada do Banerj, se interessaria pela parte em liquidação. Se ficar com o Banerj Velho, vai pagar 237,3% a mais que os R$ 311 milhões pagos pela parte azul, em 1997. Mas, como o banco em liquidação tem cerca de R$ 4 bilhões em créditos tributários, o negócio é muito vantajoso para o comprador.
Quem sai perdendo é o vendedor, o governo do Estado, que decidiu abrir mão do patrimônio para sanar dívidas imediatas e encerrar o mandato com a mesma dívida que recebeu. Se não conseguir acertar estas contas antes de entregar o cargo, em janeiro, a governadora será punida pelo Tribunal de Contas do Estado e pode até ser presa.
Fonte: Feeb RJ/ES.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
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