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116 MIL ELEITORES DE CURITIBA VENDERIAM SEU VOTO

Está foi a constatação da pesquisa realizada pelo Instituto DATACENSO em parceria com a FETECPR. Dez por cento do eleitorado Curitibano venderia seu voto sendo que a maior parte destes (89,4%) não recebem mais que R$ 1.000,00. Desta forma ficando claro que, quanto mais desfavorável a condição social, maior o número de pessoas que vendem o voto.

Se a eleição não fosse obrigatória, 52% das pessoas não votariam, 23% dos eleitores já anularam seu voto, destes apenas 6% arrependeram-se.

Quando perguntado qual o papel do vereador, 55% responderam que sabiam, entretanto, quando perguntado o que(qual o papel), 43% destes 55% responderam de forma incorreta.

A redução do número de vereadores foi apoiado por 66% do eleitorado de Curitiba, mesmo sabendo que isso não significaria economia aos cofres públicos.

Para o Presidente da FETEC-PR, Adilson Stuzata, “os números demonstram que é necessário um maior esclarecimento do papel, principalmente do Legislativo seja ele municipal, estadual ou federal”. Para isso promete encaminhar os resultados para os tribunais eleitorais e também para o relator da reforma eleitoral para que o assunto seja aprofundado, finaliza.

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116 MIL ELEITORES DE CURITIBA VENDERIAM SEU VOTO

Está foi a constatação da pesquisa realizada pelo Instituto DATACENSO em parceria com a FETECPR. Dez por cento do eleitorado Curitibano venderia seu voto sendo que a maior parte destes (89,4%) não recebem mais que R$ 1.000,00. Desta forma ficando claro que, quanto mais desfavorável a condição social, maior o número de pessoas que vendem o voto.
Se a eleição não fosse obrigatória, 52% das pessoas não votariam, 23% dos eleitores já anularam seu voto, destes apenas 6% arrependeram-se.
Quando perguntado qual o papel do vereador, 55% responderam que sabiam, entretanto, quando perguntado o que(qual o papel), 43% destes 55% responderam de forma incorreta.
A redução do número de vereadores foi apoiado por 66% do eleitorado de Curitiba, mesmo sabendo que isso não significaria economia aos cofres públicos.
Para o Presidente da FETEC-PR, Adilson Stuzata, “os números demonstram que é necessário um maior esclarecimento do papel, principalmente do Legislativo seja ele municipal, estadual ou federal”. Para isso promete encaminhar os resultados para os tribunais eleitorais e também para o relator da reforma eleitoral para que o assunto seja aprofundado, finaliza.

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