Trabalhadores de instituições privadas já haviam aceitado a proposta da Fenaban
São Paulo – Os bancários dos bancos públicos, Banco do Brasil e Caixa Federal, decidiram aprovar as propostas apresentadas pelas direções das instituições e, em assembléias separadas nesta quarta-feira, dia 11, decidiram encerrar a greve em São Paulo, Osasco e Região. Os trabalhadores de bancos privados aceitaram a proposta da Fenaban e encerraram a paralisação no sexto dia, na terça-feira.
Cerca de 80% dos 1.485 trabalhadores da CEF que compareceram à Quadra dos Bancários votaram pelo fim da paralisação e pela reapresentação da proposta que havia sido rejeitada na assembléia desta terça-feira. Como o banco não havia retirado a proposta, ela foi levada novamente a plenário e aprovada.
O mesmo aconteceu no Banco do Brasil: 80% dos 1.290 trabalhadores presentes à assembléia que aconteceu no Clube Trasmontano votaram pelo fim da greve e pela reapresentação da proposta que, nesta quarta-feira, foi aprovada.
Na avaliação do presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, os bancários que compareceram à assembléia não tinham tomado conhecimento da proposta em sua totalidade e por isso não estiveram na assembléia da terça-feira. “A proposta tem importantes avanços que foram reconhecidos pela maioria dos trabalhadores. A minoria que não queria a aprovação chiou, mas a assembléia é democrática e soberana, sua decisão deve ser sempre respeitada”, diz Marcolino.
Greve desta quarta – Em levantamento realizado pelo Sindicato, havia no sétimo dia de greve 243 locais de trabalho parados – 56 do BB e 187 da CEF entre agências, concentrações e departamentos –, e em torno de 10 mil bancários em greve.
Em São Paulo, Osasco e nos 15 municípios da região de Osasco há 106 mil bancários – 16 mil em bancos públicos – e cerca de 3 mil locais de trabalho – 218 do BB e 469 da CEF, contando agências, concentrações e departamentos.
As propostas – No BB, além das questões específicas, a proposta de participação nos lucros e resultados (PLR) é, semestralmente, de 95% do salário, mais um valor fixo de R$ 412, mais R$ 1.814 a título de distribuição linear de 4% do lucro líquido do banco apurado neste semestre, além do módulo bônus que varia de acordo com a referência salarial da função.
Na CEF, além de uma série de alterações em questões específicas, a PLR prevê o pagamento de 80% do salário mais parcela de R$ 3.167.
Os trabalhadores de bancos privados e da Nossa Caixa voltaram ao trabalho nesta quarta-feira. Eles aceitaram, em assembléia realizada na noite desta terça, proposta de 3,5% de reajuste para todas as verbas salariais e participação nos lucros e resultados (PLR) de 80% do salário mais R$ 828 com adicional variável entre R$ 1.000 e R$ 1.500 de acordo com o lucro do banco.
Os trabalhadores de bancos privados e da Nossa Caixa representam 80% dos 106 mil bancários de São Paulo, Osasco e dos 15 municípios da região de Osasco.
Por Ricardo Negrão – 11/10/2006. Adaptada pela FETEC-CUT-PR.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.
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Por Mhais• 11 de outubro de 2006• 21:18• Sem categoria
Em São Paulo, trabalhadores bancários do Banco do Brasil e da CAIXA encerram greve após uma semana
Trabalhadores de instituições privadas já haviam aceitado a proposta da Fenaban
São Paulo – Os bancários dos bancos públicos, Banco do Brasil e Caixa Federal, decidiram aprovar as propostas apresentadas pelas direções das instituições e, em assembléias separadas nesta quarta-feira, dia 11, decidiram encerrar a greve em São Paulo, Osasco e Região. Os trabalhadores de bancos privados aceitaram a proposta da Fenaban e encerraram a paralisação no sexto dia, na terça-feira.
Cerca de 80% dos 1.485 trabalhadores da CEF que compareceram à Quadra dos Bancários votaram pelo fim da paralisação e pela reapresentação da proposta que havia sido rejeitada na assembléia desta terça-feira. Como o banco não havia retirado a proposta, ela foi levada novamente a plenário e aprovada.
O mesmo aconteceu no Banco do Brasil: 80% dos 1.290 trabalhadores presentes à assembléia que aconteceu no Clube Trasmontano votaram pelo fim da greve e pela reapresentação da proposta que, nesta quarta-feira, foi aprovada.
Na avaliação do presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, os bancários que compareceram à assembléia não tinham tomado conhecimento da proposta em sua totalidade e por isso não estiveram na assembléia da terça-feira. “A proposta tem importantes avanços que foram reconhecidos pela maioria dos trabalhadores. A minoria que não queria a aprovação chiou, mas a assembléia é democrática e soberana, sua decisão deve ser sempre respeitada”, diz Marcolino.
Greve desta quarta – Em levantamento realizado pelo Sindicato, havia no sétimo dia de greve 243 locais de trabalho parados – 56 do BB e 187 da CEF entre agências, concentrações e departamentos –, e em torno de 10 mil bancários em greve.
Em São Paulo, Osasco e nos 15 municípios da região de Osasco há 106 mil bancários – 16 mil em bancos públicos – e cerca de 3 mil locais de trabalho – 218 do BB e 469 da CEF, contando agências, concentrações e departamentos.
As propostas – No BB, além das questões específicas, a proposta de participação nos lucros e resultados (PLR) é, semestralmente, de 95% do salário, mais um valor fixo de R$ 412, mais R$ 1.814 a título de distribuição linear de 4% do lucro líquido do banco apurado neste semestre, além do módulo bônus que varia de acordo com a referência salarial da função.
Na CEF, além de uma série de alterações em questões específicas, a PLR prevê o pagamento de 80% do salário mais parcela de R$ 3.167.
Os trabalhadores de bancos privados e da Nossa Caixa voltaram ao trabalho nesta quarta-feira. Eles aceitaram, em assembléia realizada na noite desta terça, proposta de 3,5% de reajuste para todas as verbas salariais e participação nos lucros e resultados (PLR) de 80% do salário mais R$ 828 com adicional variável entre R$ 1.000 e R$ 1.500 de acordo com o lucro do banco.
Os trabalhadores de bancos privados e da Nossa Caixa representam 80% dos 106 mil bancários de São Paulo, Osasco e dos 15 municípios da região de Osasco.
Por Ricardo Negrão – 11/10/2006. Adaptada pela FETEC-CUT-PR.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.
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