(São Paulo) A Contraf-CUT garantiu hoje que nenhum bancário do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal tenha qualquer dia desconto em sua folha de pagamento por causa da greve. Na semana passada, BB e Caixa enviaram um ofício para a Contraf-CUT alegando que os bancários que não voltassem ao trabalho no dia 11, quarta-feira passada, teriam os dias descontados após essa data.
“Achamos isso um absurdo, muitas assembléias ainda estavam sendo realizadas e alguns sindicatos só retornaram ao trabalho hoje, ou seja, o BB e a Caixa descontariam a quarta e a sexta-feira dos salários de quem estivesse parado. Viemos à Brasília hoje, nos reunimos com a direção dos dois bancos e exigimos que nenhum dia fosse descontado. Nossa vinda foi vitoriosa e arrancamos o compromisso de que não haverá desconto”, afirmou Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.
Segundo proposta apresentada pela Fenaban, os dias não trabalhados por motivo da paralisação serão compensados, “a critério de cada banco”, até o dia 31 de dezembro.
A comissão da Contraf-CUT reuniu-se com o próprio presidente do BB, Rossano Maranhão, que garantiu o não desconto da quarta e sexta-feira. Além do presidente, estavam presentes o vice-presidente de Relações de Pessoas, Luis Oswaldo, a diretora da Dires, Izabela Campos, e o negociador do banco, Joel Bueno.
Na Caixa, a presidente Maria Fernanda Ramos Coelho tinha um compromisso hoje. A comissão da Contraf-CUT foi recebida por um grupo de diretores, que ficou de debater a reivindicação dos bancários com a presidente amanhã de manhã e dar uma resposta oficial até as 9h. “Os diretores adiantaram que não vêem problemas em aceitar nossa reivindicação, como ocorreu com o BB. A aceitação por parte dos dois bancos foi muito positiva, com este nosso contato direto. Assim, quem voltou ao trabalho até hoje não será prejudicado. Agora precisamos continuar a negociar a questão dos dias parados banco a banco. O não desconto já garantimos, mas podemos avançar mais”, destacou Vagner Freitas.
Além do presidente da Contraf-CUT, participaram das reuniões em Brasília o presidente do Sindicato de São Paulo, Luiz Cláudio, o presidente do Sindicato de Brasília, Jacy Afonso, e o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Marcel Barros.
Fonte: Contraf-CUT.
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Por Mhais• 16 de outubro de 2006• 21:27• Sem categoria
Bancários do Banco do Brasil e da Caixa não terão nenhum dia descontado da greve
(São Paulo) A Contraf-CUT garantiu hoje que nenhum bancário do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal tenha qualquer dia desconto em sua folha de pagamento por causa da greve. Na semana passada, BB e Caixa enviaram um ofício para a Contraf-CUT alegando que os bancários que não voltassem ao trabalho no dia 11, quarta-feira passada, teriam os dias descontados após essa data.
“Achamos isso um absurdo, muitas assembléias ainda estavam sendo realizadas e alguns sindicatos só retornaram ao trabalho hoje, ou seja, o BB e a Caixa descontariam a quarta e a sexta-feira dos salários de quem estivesse parado. Viemos à Brasília hoje, nos reunimos com a direção dos dois bancos e exigimos que nenhum dia fosse descontado. Nossa vinda foi vitoriosa e arrancamos o compromisso de que não haverá desconto”, afirmou Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.
Segundo proposta apresentada pela Fenaban, os dias não trabalhados por motivo da paralisação serão compensados, “a critério de cada banco”, até o dia 31 de dezembro.
A comissão da Contraf-CUT reuniu-se com o próprio presidente do BB, Rossano Maranhão, que garantiu o não desconto da quarta e sexta-feira. Além do presidente, estavam presentes o vice-presidente de Relações de Pessoas, Luis Oswaldo, a diretora da Dires, Izabela Campos, e o negociador do banco, Joel Bueno.
Na Caixa, a presidente Maria Fernanda Ramos Coelho tinha um compromisso hoje. A comissão da Contraf-CUT foi recebida por um grupo de diretores, que ficou de debater a reivindicação dos bancários com a presidente amanhã de manhã e dar uma resposta oficial até as 9h. “Os diretores adiantaram que não vêem problemas em aceitar nossa reivindicação, como ocorreu com o BB. A aceitação por parte dos dois bancos foi muito positiva, com este nosso contato direto. Assim, quem voltou ao trabalho até hoje não será prejudicado. Agora precisamos continuar a negociar a questão dos dias parados banco a banco. O não desconto já garantimos, mas podemos avançar mais”, destacou Vagner Freitas.
Além do presidente da Contraf-CUT, participaram das reuniões em Brasília o presidente do Sindicato de São Paulo, Luiz Cláudio, o presidente do Sindicato de Brasília, Jacy Afonso, e o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Marcel Barros.
Fonte: Contraf-CUT.
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