(São Paulo) A Contraf-CUT e a Fenaban voltam a se reunir nesta sexta-feira, dia 8, para a segunda rodada de negociações do Grupo de Trabalho para Prevenção Coletiva de Conflitos no Ambiente de Trabalho, que vai discutir, entre outros temas, o combate ao assédio moral nos bancos. O GT foi uma das conquistas da categoria durante a Campanha Nacional, previsto na cláusula 53 da Convenção Coletiva, e foi instalado oficialmente no último dia 16 de novembro.
“Na negociação desta sexta-feira, tanto a Contraf-CUT como a Fenaban vão apresentar suas propostas de solução de conflitos para serem analisadas. O tema principal em pauta é a violência organizacional dos bancos, que vai além da discussão sobre o assédio moral”, afirmou Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT.
O dirigente ressalta a importância do GT porque esta é a primeira vez que os banqueiros aceitaram discutir esses assuntos. “O assédio moral, por exemplo, é hoje um dos principais problemas enfrentados pela nossa categoria. Segundo a pesquisa que fizemos, 40% dos trabalhadores admitem que já passaram por algum tipo de situação constrangedora no banco. E 8% relatou que essa situação é constante e já dura pelo menos seis meses. Isto caracteriza o assédio moral e quer dizer que cerca de 32 mil bancários estão sofrendo desse mal. Precisamos tomar providências para acabar com esta realidade nas agências”, explicou Plínio.
Entre os principais problemas que causam o assédio moral estão as metas absurdas para a venda de produtos e a pressão nas agências. “Esperamos seriedade por parte dos banqueiros para que essa pauta tenha avanços”, destacou.
Segundo Plínio, após a reunião desta sexta os bancários e os banqueiros terão um tempo para se inteirar das propostas de cada parte. O GT será retomado em fevereiro, após as festas de final de ano e quando começam os encontros regulares.
O Grupo de Trabalho é composto por dez representantes dos trabalhadores e outros dez dos banqueiros, incluindo as assessorias técnicas.
Fonte: Contraf-CUT.
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Por Mhais• 8 de dezembro de 2006• 00:12• Sem categoria
Trabalhadores bancários, por meio da Contraf-CUT, e Fenaban voltam a discutir o assédio moral nesta sexta (08/12)
(São Paulo) A Contraf-CUT e a Fenaban voltam a se reunir nesta sexta-feira, dia 8, para a segunda rodada de negociações do Grupo de Trabalho para Prevenção Coletiva de Conflitos no Ambiente de Trabalho, que vai discutir, entre outros temas, o combate ao assédio moral nos bancos. O GT foi uma das conquistas da categoria durante a Campanha Nacional, previsto na cláusula 53 da Convenção Coletiva, e foi instalado oficialmente no último dia 16 de novembro.
“Na negociação desta sexta-feira, tanto a Contraf-CUT como a Fenaban vão apresentar suas propostas de solução de conflitos para serem analisadas. O tema principal em pauta é a violência organizacional dos bancos, que vai além da discussão sobre o assédio moral”, afirmou Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT.
O dirigente ressalta a importância do GT porque esta é a primeira vez que os banqueiros aceitaram discutir esses assuntos. “O assédio moral, por exemplo, é hoje um dos principais problemas enfrentados pela nossa categoria. Segundo a pesquisa que fizemos, 40% dos trabalhadores admitem que já passaram por algum tipo de situação constrangedora no banco. E 8% relatou que essa situação é constante e já dura pelo menos seis meses. Isto caracteriza o assédio moral e quer dizer que cerca de 32 mil bancários estão sofrendo desse mal. Precisamos tomar providências para acabar com esta realidade nas agências”, explicou Plínio.
Entre os principais problemas que causam o assédio moral estão as metas absurdas para a venda de produtos e a pressão nas agências. “Esperamos seriedade por parte dos banqueiros para que essa pauta tenha avanços”, destacou.
Segundo Plínio, após a reunião desta sexta os bancários e os banqueiros terão um tempo para se inteirar das propostas de cada parte. O GT será retomado em fevereiro, após as festas de final de ano e quando começam os encontros regulares.
O Grupo de Trabalho é composto por dez representantes dos trabalhadores e outros dez dos banqueiros, incluindo as assessorias técnicas.
Fonte: Contraf-CUT.
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