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Banqueiros negam ampliar cesta-alimentação para afastados

Trabalhadores querem isonomia para todos os bancários

São Paulo – Um dos temas discutidos durante a segunda rodada de negociação entre os trabalhadores e a Fenaban foi a cesta-alimentação para os afastados. Os bancários querem isonomia para todos, já que quem está de licença recebe apenas nos seis primeiros meses.

Com a negativa da Fenaban em estender o prazo, os bancários solicitaram aos banqueiros que apresentem dados, como por exemplo, do número de pessoas que estão afastadas a mais de seis meses.

13ª Cesta – Apesar de tratarem como uma cláusula nova, os banqueiros não quiseram incluir a 13ª cesta-alimentação no cardápio dos bancários. Para eles, é uma cláusula nova. “Ressaltamos na mesa de negociação que esse item é uma variação de uma cláusula já existente em nossa convenção coletiva. Não há motivos para não atender a essa reivindicação, já que fizemos acordos no ano passado com diversos bancos que pagaram esse direito do trabalhador”, lembrou o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino.

Auxílio-creche – Outro ponto de discussão foi o auxílio-creche/babá. Os bancários querem que o valor seja de um salário mínimo, atualmente em R$ 350. Os banqueiros, não. Querem apenas que seja reajustado de acordo com o índice sobre as verbas salariais.

“Quem tem filho sabe que em muitos locais, escolas ou creches, o valor é até superior a $ 350. E de acordo com o relatório social da Fenaban, seria um valor bem pequeno, já que esse direito é pago a 18% da categoria”, lembrou Marcolino.

Auxílio-educação – Os banqueiros disseram que não há como fazer uma proposta homogênea para todos os bancos, já que o impacto seria diferente para as instituições. “Nós queremos esse direito para garantir aos bancários o custeio de seus estudos, que implica na melhoria de sua qualificação profissional”, afirma Marcolino.

Isenção de tarifas – Assim como o auxílio-educação, os banqueiros disseram que o tema é diferente para cada banco e que não seria possível criar uma referência para todos.

Por Cláudia Motta e Ricardo Negrão – 21/08/2006. Notícia colhida no sítio www.spbancarios.com.br.

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Banqueiros negam ampliar cesta-alimentação para afastados

Trabalhadores querem isonomia para todos os bancários
São Paulo – Um dos temas discutidos durante a segunda rodada de negociação entre os trabalhadores e a Fenaban foi a cesta-alimentação para os afastados. Os bancários querem isonomia para todos, já que quem está de licença recebe apenas nos seis primeiros meses.
Com a negativa da Fenaban em estender o prazo, os bancários solicitaram aos banqueiros que apresentem dados, como por exemplo, do número de pessoas que estão afastadas a mais de seis meses.
13ª Cesta – Apesar de tratarem como uma cláusula nova, os banqueiros não quiseram incluir a 13ª cesta-alimentação no cardápio dos bancários. Para eles, é uma cláusula nova. “Ressaltamos na mesa de negociação que esse item é uma variação de uma cláusula já existente em nossa convenção coletiva. Não há motivos para não atender a essa reivindicação, já que fizemos acordos no ano passado com diversos bancos que pagaram esse direito do trabalhador”, lembrou o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino.
Auxílio-creche – Outro ponto de discussão foi o auxílio-creche/babá. Os bancários querem que o valor seja de um salário mínimo, atualmente em R$ 350. Os banqueiros, não. Querem apenas que seja reajustado de acordo com o índice sobre as verbas salariais.
“Quem tem filho sabe que em muitos locais, escolas ou creches, o valor é até superior a $ 350. E de acordo com o relatório social da Fenaban, seria um valor bem pequeno, já que esse direito é pago a 18% da categoria”, lembrou Marcolino.
Auxílio-educação – Os banqueiros disseram que não há como fazer uma proposta homogênea para todos os bancos, já que o impacto seria diferente para as instituições. “Nós queremos esse direito para garantir aos bancários o custeio de seus estudos, que implica na melhoria de sua qualificação profissional”, afirma Marcolino.
Isenção de tarifas – Assim como o auxílio-educação, os banqueiros disseram que o tema é diferente para cada banco e que não seria possível criar uma referência para todos.
Por Cláudia Motta e Ricardo Negrão – 21/08/2006. Notícia colhida no sítio www.spbancarios.com.br.

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