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Bancários na luta pelo fim da desigualdade racial

Movimento exige aprovação imediata de ações afirmativas que tramitam no Congresso há mais de 10 anosSão Paulo – Com a participação de diretores do Sindicato, da Fetec-CUT/SP e da Contraf-CUT, ao lado de militantes e entidades do Movimento Negro e ativistas do Movimento Brasil Afirmativo, estão nas ruas, coletando assinaturas exigindo a aprovação imediata do Estatuto da Igualdade Racial e do Projeto de Lei 73/99, ambos em tramitação no Congresso.

Os dois projetos criam ações afirmativas para negros e indígenas, dentre as quais as cotas nas para negros nas universidades públicas.

Um posto de coleta foi instalado no dia 11 de setembro, na Praça Ramos, em frente ao Teatro Municipal, centro da capital. Em poucas horas cerca de 1.600 pessoas assinaram o manifesto.

Foram lembrados os indicadores sócio-econômicos do país, que invariavelmente mostra que a a população negra aparece em desvantagem.

Por exemplo:
– empregados negros têm salários que chegam a ser 50% menores do que os brancos em funções similares;
– o número de desempregados negros nas regiões urbanas do Brasil é sempre maior que o de brancos nas mesmas regiões;
– a expectativa de vida para os negros é, em média, seis anos menor que para os brancos;
– os negros são 45,6% da população, mas 70% dos indigentes brasileiros são negros etc.

“O Brasil não pode mais viver com tanta discriminação e desigualdade. Esses projetos, que tramitam no Congresso há mais de 10 anos, têm de ser aprovados imediatamente”, diz o ativista e diretor do Sindicato Juarez Aparecido da Silva.

Ele reforça que o movimento pretende chegar a um milhão de assinaturas nos próximos dias e convoca a população negra e não-negra a aderir à luta “contra a discriminação e o racismo que está na vida diária de todos nós.”

Por Fábio Michel, c/ agências – 22/09/2006
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região

Por 18:06 Notícias

Bancários na luta pelo fim da desigualdade racial

Movimento exige aprovação imediata de ações afirmativas que tramitam no Congresso há mais de 10 anosSão Paulo – Com a participação de diretores do Sindicato, da Fetec-CUT/SP e da Contraf-CUT, ao lado de militantes e entidades do Movimento Negro e ativistas do Movimento Brasil Afirmativo, estão nas ruas, coletando assinaturas exigindo a aprovação imediata do Estatuto da Igualdade Racial e do Projeto de Lei 73/99, ambos em tramitação no Congresso.
Os dois projetos criam ações afirmativas para negros e indígenas, dentre as quais as cotas nas para negros nas universidades públicas.
Um posto de coleta foi instalado no dia 11 de setembro, na Praça Ramos, em frente ao Teatro Municipal, centro da capital. Em poucas horas cerca de 1.600 pessoas assinaram o manifesto.
Foram lembrados os indicadores sócio-econômicos do país, que invariavelmente mostra que a a população negra aparece em desvantagem.
Por exemplo:
– empregados negros têm salários que chegam a ser 50% menores do que os brancos em funções similares;
– o número de desempregados negros nas regiões urbanas do Brasil é sempre maior que o de brancos nas mesmas regiões;
– a expectativa de vida para os negros é, em média, seis anos menor que para os brancos;
– os negros são 45,6% da população, mas 70% dos indigentes brasileiros são negros etc.
“O Brasil não pode mais viver com tanta discriminação e desigualdade. Esses projetos, que tramitam no Congresso há mais de 10 anos, têm de ser aprovados imediatamente”, diz o ativista e diretor do Sindicato Juarez Aparecido da Silva.
Ele reforça que o movimento pretende chegar a um milhão de assinaturas nos próximos dias e convoca a população negra e não-negra a aderir à luta “contra a discriminação e o racismo que está na vida diária de todos nós.”
Por Fábio Michel, c/ agências – 22/09/2006
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região

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