Diretor da Fetec-CUT/SP, conhecido como Cezinha, é um deles
São Paulo – O Itaú vai discriminar alguns funcionários nesta segunda-feira, dia 27, durante a festa que homenageia quem completou 30 anos de banco em 2006. O evento será no Transamérica Expo Center, em São Paulo, a partir das 19h30.
Todo ano o banco premia os funcionários com 30 anos de casa. Além da festa, há presentes e ações do banco, reconhecendo o trabalho dos bancários.
“Não podemos questionar o mérito de ficar tanto tempo em uma empresa, mas também temos que lembrar que para chegar a esse ponto, muitos bancários foram mandados embora. Se não fosse por essa política de demissões, muito mais bancários seriam lembrados nesta data”, lembra o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.
Discriminação – O banco sempre respeitou uma única regra: quem faz 30 anos é homenageado. Só que desta vez não será assim. Quem tem processo contra a empresa ou é dirigente sindical está fora das homenagens.
Segundo Marcolino, que é funcionário do Itaú, a regra foi feita para discriminar. “Que regra é essa? O banco a inventou agora para discriminar uma parcela dos funcionários”, diz o presidente do Sindicato, que completa: “O Sindicato exige mais respeito com os funcionários que deram muito de suas vidas para que o banco se tornasse uma importante empresa.”
Um deles é o diretor da Fetec-CUT/SP, Francisco Cézar de Lima, conhecido como Cezinha. “Acho que isso é discriminação”, diz o diretor.
Outro diretor é Carlos Roberto Marchesini, desta vez do sindicato de Catanduva. “Sabemos que essa homenagem é um ato da empresa, mas excluir funcionário que é dirigente sindical ou que tenha acionado o banco na justiça configura sim uma discriminação”, observa Paulo Franco, diretor do Sindicato e funcionário do Itaú.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.
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