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Por 11:21 Sem categoria

Trabalhadores bancários retardam abertura do prédio SEDE 1 da CAIXA em Curitiba

O Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e Região e a FETEC-CUT-PR retardaram hoje, 10 de setembro, a abertura da Sede 1 da Caixa Econômica Federal, na praça Carlos Gomes, em Curitiba. Desde às 06h30min, os trabalhadores bancários posicionaram-se em frente ao prédio. Após os dirigentes informarem sobre a campanha salarial e as reivindicações específicas dos trabalhadores na CAIXA, os mais de 1 mil funcionários entraram no prédio. Às 09 horas, o ato foi encerrado permitindo o funcionamento normal da sede.

A ação dos trabalhadores bancários marca o primeiro dia de negociação com a CAIXA, hoje, às 15 horas, em Brasília.

Na pauta, entre as principais reivindicações estão um novo Plano de Cargos e Salários que contemple todos os bancários; a contratação de mais empregados; melhoramentos no plano Saúde-CAIXA e das condições de trabalho (incluindo o problema do assédio moral e da violência organizacional), além da extensão do auxílio e da cesta-alimentação para todos os aposentados.

O dirigente sindical Otávio Dias informou aos bancários que mesmo sem uma contraproposta da Fenaban em relação ao índice na última rodada de negociação, o que demonstra intransigência, já houve avanços nos debates sobre melhorias na Participação nos Lucros e Resultados e prevenção ao assédio moral.

Novos funcionários

Um grupo de aproximadamente 40 novos trabalhadores bancários na Caixa Econômica Federal foi surpreendido hoje no seu primeiro dia de trabalho com a manifestação. Os novos bancários foram saudados pela dirigente sindical Sonia Boz, também trabalhadora da Caixa. “Uma de nossas bandeiras de luta é por mais contratações. Os funcionários da Caixa estão cansados de sobrecarga de trabalho, pois as agências estão sempre lotadas”, comentou.

A dirigente também lembrou a importância da isonomia entre bancários novos e antigos. “Os direitos conquistados pelos trabalhadores bancários mais antigos precisam ser estendidos aos concursados pós-98. Não podemos permitir que existam duas classes de trabalhadores dentro de uma mesma empresa”.

Banco do Brasil

A Contraf-CUT tenta marcar para amanhã uma reunião específica com o Banco do Brasil. O objetivo é discutir a isonomia total de direitos e benefícios entre os funcionários novos e antigos no Banco do Brasil. Os bancários querem que o salário mínimo do Dieese (R$ 1.628) seja o piso na empresa, o pagamento de todas as horas-extras e o retorno do anuênio.

Para a Cassi, os trabalhadores reivindicam a cobertura por parte do Banco do Brasil de eventuais problemas financeiros na Caixa de Assistência.

No caso da Previ, soliicitam o aumento do benefício mínimo, o fim do “voto de minerva”, a abertura de financiamento imobiliário para o Plano 2 com recursos do próprio plano e o aumento das pensões e do benefício de 90% para 100%.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritba.org.br E ADAPTADA PELA FETEC-CUT-PR.

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