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Cypriano admite fusão de agências

O diretor presidente do Bradesco, Márcio Cypriano procurou afastar inicialmente o “fantasma” das demissões e do fechamento de agências do BEC — maiores preocupações dos funcionários da instituição e dos cearenses do Interior. Ele não escondeu porém, a possibilidade de fusões de unidades e de pontos de atendimento dos dois bancos, sobretudo daqueles instalados em áreas próximos e com características de mercado semelhantes.
Cypriano acenou também com a possibilidade de transferência de funcionários para agências e demais empresas do grupo, como corretoras, seguradoras etc. “Vamos fazer uma avaliação em todas as agências, antes de se pensar em fechar alguma e demitir funcionários”, anunciou.
O executivo acrescentou que podem ser feitas algumas adaptações, mas todos os municípios do Ceará terão a presença do Bradesco, seja com agência, seja com Bancos Postais. “O Banco não vai adotar nenhuma posição precipitada, de afogadilho, sem antes conhecer a realidade das agências e o quadro de funcionários”, reafirmou.
PRODUÇÃO – “Não haverá PDV (Plano de Demissão Voluntária). A única coisa que queremos é produção”, alertou Cypriano, sem esconder a política administrativa e gerencial do Bradesco, pautada em cumprimento de metas e apresentação de resultados. “Não haverá limpeza geral de funcionários, mas todos serão cobrados e terão de apresentar resultados”, avisou.
Ele informou também que o banco não pretende apressar nem intervir no processo de aposentadoria dos funcionários do BEC, que estejam próximos a se aposentar. Disse ainda, que o Bradesco não guarda preconceitos em relação a idade funcional dos empregados, nem com a promoção de profissionais vindo de outras instituições, “desde que sejam competentes e cumpram com as prerrogativas do Banco”.
DEVEDORES – Em relação aos devedores do governo e do próprio BEC, Cypriano disse apenas que, “o Bradesco é novo mandatário para prestar os serviços de cobrança do Estado e assim procederá”. Pelo contrato de privatização, cabe ao controlador administrar, com exclusividade, por cinco anos, o pagamento da folha dos 117 mil funcionários estaduais, dos fornecedores e a custódia dos títulos públicos federais, adquiridos pelo Estado.
Fonte: Diário do Nordeste

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Cypriano admite fusão de agências

O diretor presidente do Bradesco, Márcio Cypriano procurou afastar inicialmente o “fantasma” das demissões e do fechamento de agências do BEC — maiores preocupações dos funcionários da instituição e dos cearenses do Interior. Ele não escondeu porém, a possibilidade de fusões de unidades e de pontos de atendimento dos dois bancos, sobretudo daqueles instalados em áreas próximos e com características de mercado semelhantes.

Cypriano acenou também com a possibilidade de transferência de funcionários para agências e demais empresas do grupo, como corretoras, seguradoras etc. “Vamos fazer uma avaliação em todas as agências, antes de se pensar em fechar alguma e demitir funcionários”, anunciou.

O executivo acrescentou que podem ser feitas algumas adaptações, mas todos os municípios do Ceará terão a presença do Bradesco, seja com agência, seja com Bancos Postais. “O Banco não vai adotar nenhuma posição precipitada, de afogadilho, sem antes conhecer a realidade das agências e o quadro de funcionários”, reafirmou.

PRODUÇÃO – “Não haverá PDV (Plano de Demissão Voluntária). A única coisa que queremos é produção”, alertou Cypriano, sem esconder a política administrativa e gerencial do Bradesco, pautada em cumprimento de metas e apresentação de resultados. “Não haverá limpeza geral de funcionários, mas todos serão cobrados e terão de apresentar resultados”, avisou.

Ele informou também que o banco não pretende apressar nem intervir no processo de aposentadoria dos funcionários do BEC, que estejam próximos a se aposentar. Disse ainda, que o Bradesco não guarda preconceitos em relação a idade funcional dos empregados, nem com a promoção de profissionais vindo de outras instituições, “desde que sejam competentes e cumpram com as prerrogativas do Banco”.

DEVEDORES – Em relação aos devedores do governo e do próprio BEC, Cypriano disse apenas que, “o Bradesco é novo mandatário para prestar os serviços de cobrança do Estado e assim procederá”. Pelo contrato de privatização, cabe ao controlador administrar, com exclusividade, por cinco anos, o pagamento da folha dos 117 mil funcionários estaduais, dos fornecedores e a custódia dos títulos públicos federais, adquiridos pelo Estado.

Fonte: Diário do Nordeste

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