O Banco do Brasil, até agora, não apresentou proposta para solucionar os graves problemas da Caixa de Assistência. Assim, o BB descumpre o Acordo Coletivo assinado entre as partes (cláusula 56ª) que previu que o banco apresentasse até 31 de dezembro último um conjunto de propostas para resolver o desequilíbrio financeiro da entidade.
O principal problema da Caixa de Assistência dos funcionários do BB hoje é o seu custeio. O Plano de Associados vem acumulando déficits desde 99, atingindo seu pior momento no ano passado, quando teve um resultado negativo de R$ 43,9 milhões. A situação só não é pior porque o Plano Cassi Família, criado em 97 para outros familiares não cobertos pelo plano normal, é superavitário.
A situação é preocupante e já foi amplamente denunciado pelo Sindicato. Além do congelamento salarial da era FHC, o quadro foi agravado com a decisão unilateral do banco, implantada em 98, que reduziu a contribuição do BB em relação aos novos funcionários de 4,5% para 3%. Durante todo esse tempo, o Sindicato tem se manifestado publicamente e exigido a volta da paridade contributiva, mas se o problema não for resolvido logo, a Cassi corre o risco de ficar insustentável do ponto de vista financeiro em pouco tempo.
Por isso, o Sindicato aposta em uma saída negociada para a questão e alerta que o problema da contribuição, pura e simplesmente, não resolve o de déficit. Outras medidas saneadoras são necessárias para garantirmos o futuro da Cassi.
Nesse sentido, exigimos que o banco apresente já suas propostas e demonstre responsabilidade com este que é um dos principais patrimônios dos funcionários. É através da Caixa de Assistência que a categoria e seus familiares têm acesso a atendimento médico e hospitalar de qualidade. Não podemos permitir que o banco brinque com nossa saúde!
Fonte: Seeb Brasília
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Por Mhais• 17 de janeiro de 2006• 16:11• Sem categoria
Cassi: BB não apresenta proposta e descumpre acordo
O Banco do Brasil, até agora, não apresentou proposta para solucionar os graves problemas da Caixa de Assistência. Assim, o BB descumpre o Acordo Coletivo assinado entre as partes (cláusula 56ª) que previu que o banco apresentasse até 31 de dezembro último um conjunto de propostas para resolver o desequilíbrio financeiro da entidade.
O principal problema da Caixa de Assistência dos funcionários do BB hoje é o seu custeio. O Plano de Associados vem acumulando déficits desde 99, atingindo seu pior momento no ano passado, quando teve um resultado negativo de R$ 43,9 milhões. A situação só não é pior porque o Plano Cassi Família, criado em 97 para outros familiares não cobertos pelo plano normal, é superavitário.
A situação é preocupante e já foi amplamente denunciado pelo Sindicato. Além do congelamento salarial da era FHC, o quadro foi agravado com a decisão unilateral do banco, implantada em 98, que reduziu a contribuição do BB em relação aos novos funcionários de 4,5% para 3%. Durante todo esse tempo, o Sindicato tem se manifestado publicamente e exigido a volta da paridade contributiva, mas se o problema não for resolvido logo, a Cassi corre o risco de ficar insustentável do ponto de vista financeiro em pouco tempo.
Por isso, o Sindicato aposta em uma saída negociada para a questão e alerta que o problema da contribuição, pura e simplesmente, não resolve o de déficit. Outras medidas saneadoras são necessárias para garantirmos o futuro da Cassi.
Nesse sentido, exigimos que o banco apresente já suas propostas e demonstre responsabilidade com este que é um dos principais patrimônios dos funcionários. É através da Caixa de Assistência que a categoria e seus familiares têm acesso a atendimento médico e hospitalar de qualidade. Não podemos permitir que o banco brinque com nossa saúde!
Fonte: Seeb Brasília
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