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Por 22:10 Sem categoria

A força das bancárias e dos bancários conduz a nova proposta

A garra e a dedicação das nossas trabalhadoras e dos nossos trabalhadores bancários demonstradas nestes 03 (três) dias de paralisações e muita mobilização pelo Brasil afora, fez com que os nossos patrões, leia-se FENABAN, se propusessem a “botar a mão no bolso”.

Em reunião realizada agora à noite, em São Paulo, os nossos negociadores (Comando Nacional dos Bancários) arrancaram uma nova proposta básica composta de:

– 6,0 % (seis porcento) de reajuste nas verbas salariais;

– R$ 1700,00 (um mil e setecentos reais) de abono salarial em parcela única com imposto de renda por conta do trabalhador; e

– PLR básica de 80 % (oitenta porcento) de um salário mensal acrescida de R$ 800,00 (oitocentos reais).

Devemos considerar que se esta proposta avança em relação a anterior, a mesma está aquém das nossas reivindicações.

Ainda assim, precisamos ter em mente que as questões específicas de Banco do Brasil e CAIXA deverão ser analisadas separadamente, em assembléias específicas.

E, ao nosso juízo, esta campanha salarial é unificada, portanto, as nossas decisões deverão considerar se as necessidades de qualquer segmento, seja privado ou público, já estão amplamente negociadas e atendidas.

Por outro lado, ainda falta definir a anistia dos dias parados, um fator que nos trouxe muita preocupação na campanha do ano passado, portanto, devemos estar atentos a mais este quesito.

Sendo assim, companheiras e companheiros, a nossa luta continua.

Por 22:10 Notícias

A força das bancárias e dos bancários conduz a nova proposta

A garra e a dedicação das nossas trabalhadoras e dos nossos trabalhadores bancários demonstradas nestes 03 (três) dias de paralisações e muita mobilização pelo Brasil afora, fez com que os nossos patrões, leia-se FENABAN, se propusessem a “botar a mão no bolso”.
Em reunião realizada agora à noite, em São Paulo, os nossos negociadores (Comando Nacional dos Bancários) arrancaram uma nova proposta básica composta de:
– 6,0 % (seis porcento) de reajuste nas verbas salariais;
– R$ 1700,00 (um mil e setecentos reais) de abono salarial em parcela única com imposto de renda por conta do trabalhador; e
– PLR básica de 80 % (oitenta porcento) de um salário mensal acrescida de R$ 800,00 (oitocentos reais).
Devemos considerar que se esta proposta avança em relação a anterior, a mesma está aquém das nossas reivindicações.
Ainda assim, precisamos ter em mente que as questões específicas de Banco do Brasil e CAIXA deverão ser analisadas separadamente, em assembléias específicas.
E, ao nosso juízo, esta campanha salarial é unificada, portanto, as nossas decisões deverão considerar se as necessidades de qualquer segmento, seja privado ou público, já estão amplamente negociadas e atendidas.
Por outro lado, ainda falta definir a anistia dos dias parados, um fator que nos trouxe muita preocupação na campanha do ano passado, portanto, devemos estar atentos a mais este quesito.
Sendo assim, companheiras e companheiros, a nossa luta continua.

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