São Paulo – Na primeira reunião do ano entre o COE (Comissão de Organização dos empregados) e a direção do ABN Real, ficou acertado que o banco irá estudar a isenção das tarifas para empregados. A resposta será dada até a segunda quinzena de março.
A negociação desta quarta-feira, dia 22, aconteceu na matriz do banco, na avenida Paulista. Além deste ponto, vários outros temas foram abordados.
Durante a reunião, os bancários apresentaram a pauta de reivindicações, com seis pontos (emprego, salários, isenção de tarifas, saúde e condições de trabalho, convênio médico e fundação Sudameris e fundos de pensão).
Na próxima negociação, além de avançar na isenção de tarifas, os bancários vão discutir o tema Emprego, no que se refere à novas contratações e o fim das demissões por causa da rotatividade de funcionários.
“Avaliamos este primeiro contato de 2006 de forma positiva, porque o banco demonstra interesse em discutir todos os temas. Queremos buscar soluções para os problemas dos funcionários, pois sabemos que há uma enorme expectativa de melhoria das condições de trabalho”, diz o coordenador da COE do ABN AMRO presente à negociação Marcelo Gonçalves.
Fonte: Seeb São Paulo
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Por Mhais• 23 de fevereiro de 2006• 11:31• Sem categoria
ABN vai estudar isenção de tarifas
São Paulo – Na primeira reunião do ano entre o COE (Comissão de Organização dos empregados) e a direção do ABN Real, ficou acertado que o banco irá estudar a isenção das tarifas para empregados. A resposta será dada até a segunda quinzena de março.
A negociação desta quarta-feira, dia 22, aconteceu na matriz do banco, na avenida Paulista. Além deste ponto, vários outros temas foram abordados.
Durante a reunião, os bancários apresentaram a pauta de reivindicações, com seis pontos (emprego, salários, isenção de tarifas, saúde e condições de trabalho, convênio médico e fundação Sudameris e fundos de pensão).
Na próxima negociação, além de avançar na isenção de tarifas, os bancários vão discutir o tema Emprego, no que se refere à novas contratações e o fim das demissões por causa da rotatividade de funcionários.
“Avaliamos este primeiro contato de 2006 de forma positiva, porque o banco demonstra interesse em discutir todos os temas. Queremos buscar soluções para os problemas dos funcionários, pois sabemos que há uma enorme expectativa de melhoria das condições de trabalho”, diz o coordenador da COE do ABN AMRO presente à negociação Marcelo Gonçalves.
Fonte: Seeb São Paulo
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