A Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS) realizou nesta segunda-feira (8) uma reunião em Brasília para debater projetos ligados à agricultura familiar e à produção do biodiesel no Norte e Nordeste a partir de uma estratégia de sustentabilidade econômica, social, cultural e de crescimento local.
“Entre fevereiro e maio, fizemos um mapeamento e sensibilização junto às associações e cooperativas de trabalhadores para a organização de economia solidária tendo como foco o biodiesel. Conseguimos, a partir da análise da prospecção, escolher três experiências (Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte), que se demonstraram viáveis e que contarão com todo nosso apoio”, declarou Maria Eunice Wolf, coordenadora da ADS.
Além da mamona, outras oleaginosas da região como pinhão e babaçu devem ser incorporadas ao projeto, que cria condições para que sejam afastados os riscos da monocultura.
De acordo com Eunice, “o objetivo é que os agricultores familiares, além do plantio e do trabalho da matéria-prima, construam um ciclo virtuoso de desenvolvimento com geração de trabalho e renda, se aproximem e tenham controle do processo produtivo e que o resultado final seja compartilhado”.
PARCEIROS – Entre os possíveis parceiros para a viabilização do projeto, que demonstraram “desejo político e compromisso”, encontram-se a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente; Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário; Secretaria de Qualificação do Ministério do Trabalho, Fundação Banco do Brasil e Petrobrás.
Para apoiar cerca de cem empreendimentos solidários, “fomentar a construção de iniciativas de crédito, a organização da produção, a formação e qualificação de trabalhadores, acompanhando a gestão das empresas”, a ADS conta com dez 10 escritórios em todo o Brasil.
Estiveram representando a CUT no encontro os dirigentes Antonio Carlos Spis e Francisco Miguel de Lucena; Wilmar Lucatelo, da Comissão da Amazônia e Temístocles Marcelos Neto, da Comissão do Meio Ambiente.
Agência CUT de Notícias
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Por Mhais• 8 de agosto de 2005• 22:06• Sem categoria
ADS desenvolve projetos ligados à agricultura familiar e ao biodiesel
A Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS) realizou nesta segunda-feira (8) uma reunião em Brasília para debater projetos ligados à agricultura familiar e à produção do biodiesel no Norte e Nordeste a partir de uma estratégia de sustentabilidade econômica, social, cultural e de crescimento local.
“Entre fevereiro e maio, fizemos um mapeamento e sensibilização junto às associações e cooperativas de trabalhadores para a organização de economia solidária tendo como foco o biodiesel. Conseguimos, a partir da análise da prospecção, escolher três experiências (Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte), que se demonstraram viáveis e que contarão com todo nosso apoio”, declarou Maria Eunice Wolf, coordenadora da ADS.
Além da mamona, outras oleaginosas da região como pinhão e babaçu devem ser incorporadas ao projeto, que cria condições para que sejam afastados os riscos da monocultura.
De acordo com Eunice, “o objetivo é que os agricultores familiares, além do plantio e do trabalho da matéria-prima, construam um ciclo virtuoso de desenvolvimento com geração de trabalho e renda, se aproximem e tenham controle do processo produtivo e que o resultado final seja compartilhado”.
PARCEIROS – Entre os possíveis parceiros para a viabilização do projeto, que demonstraram “desejo político e compromisso”, encontram-se a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente; Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário; Secretaria de Qualificação do Ministério do Trabalho, Fundação Banco do Brasil e Petrobrás.
Para apoiar cerca de cem empreendimentos solidários, “fomentar a construção de iniciativas de crédito, a organização da produção, a formação e qualificação de trabalhadores, acompanhando a gestão das empresas”, a ADS conta com dez 10 escritórios em todo o Brasil.
Estiveram representando a CUT no encontro os dirigentes Antonio Carlos Spis e Francisco Miguel de Lucena; Wilmar Lucatelo, da Comissão da Amazônia e Temístocles Marcelos Neto, da Comissão do Meio Ambiente.
Agência CUT de Notícias
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