O ministro da Casa Civil, José Dirceu, disse hoje que a aliança com o PMDB é um de projeto de desenvolvimento nacional . Segundo ele, o governo não está fazendo a reforma ministerial para manter o apoio do partido, porque o compromisso de integrar a legenda já foi assumido no ano passado.
Dirceu reafirmou que o PT trabalha, de uma forma “transparente”, para costurar um acordo de longo prazo com o partido.
“A reforma é para adequar o país ao crescimento. O país precisa, quer e vai crescer. A aliança com o PMDB não é eleitoral, não é pelos votos no Congresso. Vai além da participação no ministério e da questão eleitoral deste ano”, disse Dirceu.
Ontem, o ministro disse, após o almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), que a reforma ministerial “está concluída e que ela será feita de uma só vez”. Ele afirmou, no entanto, que não há uma data definida para anunciar o novo ministério.
Apesar da evidente dificuldade de tirar ministros do PT, o governo avançou nesta semana nas negociações da reforma ministerial. O PMDB, que deve levar duas pastas, informou que aceita a Previdência Social.
Pragmatismo
O presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, foi mais pragmático em relação à entrada do PMDB no governo Lula . Segundo ele, é preciso fazer “composições” para obter maioria no Congresso.
“Eu apóio a reforma [ministerial], porque sem maioria o governo não consegue aprovar os projetos. É preciso ter maioria no Congresso, e para isso é preciso fazer composições”, afirmou João Paulo.
da Folha Online
O ministro da Casa Civil, José Dirceu, disse hoje que a aliança com o PMDB é um de projeto de desenvolvimento nacional . Segundo ele, o governo não está fazendo a reforma ministerial para manter o apoio do partido, porque o compromisso de integrar a legenda já foi assumido no ano passado.
Dirceu reafirmou que o PT trabalha, de uma forma “transparente”, para costurar um acordo de longo prazo com o partido.
“A reforma é para adequar o país ao crescimento. O país precisa, quer e vai crescer. A aliança com o PMDB não é eleitoral, não é pelos votos no Congresso. Vai além da participação no ministério e da questão eleitoral deste ano”, disse Dirceu.
Ontem, o ministro disse, após o almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), que a reforma ministerial “está concluída e que ela será feita de uma só vez”. Ele afirmou, no entanto, que não há uma data definida para anunciar o novo ministério.
Apesar da evidente dificuldade de tirar ministros do PT, o governo avançou nesta semana nas negociações da reforma ministerial. O PMDB, que deve levar duas pastas, informou que aceita a Previdência Social.
Pragmatismo
O presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, foi mais pragmático em relação à entrada do PMDB no governo Lula . Segundo ele, é preciso fazer “composições” para obter maioria no Congresso.
“Eu apóio a reforma [ministerial], porque sem maioria o governo não consegue aprovar os projetos. É preciso ter maioria no Congresso, e para isso é preciso fazer composições”, afirmou João Paulo.
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Por Mhais• 16 de janeiro de 2004• 16:40• Sem categoria
ALIANÇA COM PMDB É PROJETO DE DESENVOLVIMENTO NACIONAL, DIZ DIRCEU
O ministro da Casa Civil, José Dirceu, disse hoje que a aliança com o PMDB é um de projeto de desenvolvimento nacional . Segundo ele, o governo não está fazendo a reforma ministerial para manter o apoio do partido, porque o compromisso de integrar a legenda já foi assumido no ano passado.
Dirceu reafirmou que o PT trabalha, de uma forma “transparente”, para costurar um acordo de longo prazo com o partido.
“A reforma é para adequar o país ao crescimento. O país precisa, quer e vai crescer. A aliança com o PMDB não é eleitoral, não é pelos votos no Congresso. Vai além da participação no ministério e da questão eleitoral deste ano”, disse Dirceu.
Ontem, o ministro disse, após o almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), que a reforma ministerial “está concluída e que ela será feita de uma só vez”. Ele afirmou, no entanto, que não há uma data definida para anunciar o novo ministério.
Apesar da evidente dificuldade de tirar ministros do PT, o governo avançou nesta semana nas negociações da reforma ministerial. O PMDB, que deve levar duas pastas, informou que aceita a Previdência Social.
Pragmatismo
O presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, foi mais pragmático em relação à entrada do PMDB no governo Lula . Segundo ele, é preciso fazer “composições” para obter maioria no Congresso.
“Eu apóio a reforma [ministerial], porque sem maioria o governo não consegue aprovar os projetos. É preciso ter maioria no Congresso, e para isso é preciso fazer composições”, afirmou João Paulo.
da Folha Online
O ministro da Casa Civil, José Dirceu, disse hoje que a aliança com o PMDB é um de projeto de desenvolvimento nacional . Segundo ele, o governo não está fazendo a reforma ministerial para manter o apoio do partido, porque o compromisso de integrar a legenda já foi assumido no ano passado.
Dirceu reafirmou que o PT trabalha, de uma forma “transparente”, para costurar um acordo de longo prazo com o partido.
“A reforma é para adequar o país ao crescimento. O país precisa, quer e vai crescer. A aliança com o PMDB não é eleitoral, não é pelos votos no Congresso. Vai além da participação no ministério e da questão eleitoral deste ano”, disse Dirceu.
Ontem, o ministro disse, após o almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), que a reforma ministerial “está concluída e que ela será feita de uma só vez”. Ele afirmou, no entanto, que não há uma data definida para anunciar o novo ministério.
Apesar da evidente dificuldade de tirar ministros do PT, o governo avançou nesta semana nas negociações da reforma ministerial. O PMDB, que deve levar duas pastas, informou que aceita a Previdência Social.
Pragmatismo
O presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, foi mais pragmático em relação à entrada do PMDB no governo Lula . Segundo ele, é preciso fazer “composições” para obter maioria no Congresso.
“Eu apóio a reforma [ministerial], porque sem maioria o governo não consegue aprovar os projetos. É preciso ter maioria no Congresso, e para isso é preciso fazer composições”, afirmou João Paulo.
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