O Itaú possui um programa de metas denominado AGIR (Ação Gerencial Itaú de Resultados) que tem atormentado os bancários há muitos anos. Mensalmente, os funcionários participam de uma maratona cruel e desgastante para atingirem as metas estipuladas pelo banco. Terminado o mês, a pontuação é zerada e a corrida recomeça, sem parada para descanso.
Essa dura rotina ocasiona, muitas vezes, doenças profissionais, chegando até à demissão do funcionário que não consegue corresponder às exigências da empresa.
Cuidado
Esse cenário descrito é uma realidade dentro dos locais de trabalho no Itaú, porém, cuidado também com o seu modo de agir. Mais vale trabalhar corretamente, manter o emprego, mesmo que a meta do mês não seja atingida, do que, desesperadamente, dar motivos ao banco para justificar a sua demissão.
De um lado a empresa impõe metas excessivas a qualquer custo, em contrapartida, exige que a conduta de seus funcionários seja de acordo com as regras estabelecidas pelo banco.
Diante disso, uma coisa é certa: não vale a pena atingir as metas tendo como preço o seu próprio emprego.
Fonte: Seeb ABC
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