O Estado de São Paulo
O Sindicato dos Bancários de Curitiba queimou, nesta quinta-feira, no Calçadão da Rua 15 de Novembro, no centro da cidade, um caixão de defunto, representando um enterro simbólico das direções do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, da Federação Nacional dos Bancos e de integrantes do Poder Judiciário. Segundo eles, essas instituições teriam tomado decisões contrárias aos bancários, concedendo liminares de interdito proibitório durante a greve.
O ato, num dos locais de maior concentração de pessoas em Curitiba, substituiu uma paralisação de 24 horas, que não foi aceita pela categoria reunida em assembléia na noite de quarta-feira.
O objetivo dos bancários foi chamar a atenção da sociedade para a falta de negociação durante os 29 dias da greve da categoria. Eles pretendem também que não sejam descontados os dias em que permaneceram sem trabalhar. Depois da manifestação, os sindicalistas foram acompanhar pela televisão a transmissão do julgamento do dissídio coletivo pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).
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Por Mhais• 21 de outubro de 2004• 16:06• Sem categoria
Bancários fazem protesto em Curitiba no Dia Nacional de lutas
O Estado de São Paulo
O Sindicato dos Bancários de Curitiba queimou, nesta quinta-feira, no Calçadão da Rua 15 de Novembro, no centro da cidade, um caixão de defunto, representando um enterro simbólico das direções do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, da Federação Nacional dos Bancos e de integrantes do Poder Judiciário. Segundo eles, essas instituições teriam tomado decisões contrárias aos bancários, concedendo liminares de interdito proibitório durante a greve.
O ato, num dos locais de maior concentração de pessoas em Curitiba, substituiu uma paralisação de 24 horas, que não foi aceita pela categoria reunida em assembléia na noite de quarta-feira.
O objetivo dos bancários foi chamar a atenção da sociedade para a falta de negociação durante os 29 dias da greve da categoria. Eles pretendem também que não sejam descontados os dias em que permaneceram sem trabalhar. Depois da manifestação, os sindicalistas foram acompanhar pela televisão a transmissão do julgamento do dissídio coletivo pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).
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