Nesta sexta-feira, 26 de agosto às 11h, no vão livre do Masp (Av. Paulista) acontece um grande ato promovido pela CUT, CUT/SP e Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), que agrega 50 entidades sociais e populares do Brasil.
O protesto reivindica mudanças na política econômica, pelo estímulo ao desenvolvimento e a geração de empregos; de reformas política – com apuração das denúncias de corrupção e punição dos culpados, agrária e urbana e contra a política de privatizações, que continua no governo do Estado de São Paulo. Estas reivindicações constam na Carta ao Povo Brasileiro, entregue ao presidente Lula no começo de junho.
Juros altos – Na atividade, a CUT, a CMS e os movimentos sociais denunciarão a política de altos juros estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional, que contribuem para a lucratividade recorde dos bancos e concentração da renda. Leia mais sobre lucros dos bancos em http://www.cnbcut.com.br/popup.php?chave=17901 e http://www.cnbcut.com.br/popup.php?chave=18117 .
Privatizações – O ato vai denunciar o caráter entreguista do governo Alckmim – que precariza os serviços essenciais em São Paulo, fazer a defesa da abertura das negociações com o funcionalismo estadual, e solicitar a apuração e responsabilização dos casos investigados nas CPIs. Somente no Estado de São Paulo, as CPIs engavetadas já somam 58. No Ministério Público e Tribunal de Contas ainda constam outras denúncias sobre superfaturamento no Rodoanel, Metrô, Calha do Rio Tietê e compra de votos na Assembléia Legislativa.
Os bancários vão protestar ainda contra o processo de privatização em curso na Nossa Caixa, com a venda de subsidiárias de seguros e previdência da Nossa Caixa.
Segundo o presidente da CUT/SP, Edílson de Paula, a manifestação tem como finalidade reforçar à população a importância de continuar com o projeto de mudanças sociais para a classe trabalhadora, iniciada pelo governo Lula, e também denunciar que no Estado de São Paulo o governo do PSDB não tem respeitado os trabalhadores nos seus direitos essenciais.
“O governo Lula está comprometido com a construção desse projeto que visa melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Temos nossa cota de responsabilidade no sentido de propor mudanças necessárias. No Estado de São Paulo, a política tucana tem precarizado as relações de trabalho e desrespeitado os trabalhadores”, frisa.
Integram o Ato – Participam dirigentes da CNB/CUT, do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região, sindicalistas de diversas categorias filiadas à CUT, funcionários de repartições públicas e de setores privados, dos movimentos sociais: trabalhadores sem teto, sem terra, desempregados, estudantes, representantes de movimentos de mulheres e negros, entre outras entidades.
Os movimentos sociais reforçam as reivindicações por passe livre para os desempregados, reforma agrária, políticas de habitação e de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.
Fonte: www.cnbcut.com.br
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Por Mhais• 26 de agosto de 2005• 10:14• Sem categoria
Bancários participam de Ato convocado pela CMS e CUT
Nesta sexta-feira, 26 de agosto às 11h, no vão livre do Masp (Av. Paulista) acontece um grande ato promovido pela CUT, CUT/SP e Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), que agrega 50 entidades sociais e populares do Brasil.
O protesto reivindica mudanças na política econômica, pelo estímulo ao desenvolvimento e a geração de empregos; de reformas política – com apuração das denúncias de corrupção e punição dos culpados, agrária e urbana e contra a política de privatizações, que continua no governo do Estado de São Paulo. Estas reivindicações constam na Carta ao Povo Brasileiro, entregue ao presidente Lula no começo de junho.
Juros altos – Na atividade, a CUT, a CMS e os movimentos sociais denunciarão a política de altos juros estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional, que contribuem para a lucratividade recorde dos bancos e concentração da renda. Leia mais sobre lucros dos bancos em http://www.cnbcut.com.br/popup.php?chave=17901 e http://www.cnbcut.com.br/popup.php?chave=18117 .
Privatizações – O ato vai denunciar o caráter entreguista do governo Alckmim – que precariza os serviços essenciais em São Paulo, fazer a defesa da abertura das negociações com o funcionalismo estadual, e solicitar a apuração e responsabilização dos casos investigados nas CPIs. Somente no Estado de São Paulo, as CPIs engavetadas já somam 58. No Ministério Público e Tribunal de Contas ainda constam outras denúncias sobre superfaturamento no Rodoanel, Metrô, Calha do Rio Tietê e compra de votos na Assembléia Legislativa.
Os bancários vão protestar ainda contra o processo de privatização em curso na Nossa Caixa, com a venda de subsidiárias de seguros e previdência da Nossa Caixa.
Segundo o presidente da CUT/SP, Edílson de Paula, a manifestação tem como finalidade reforçar à população a importância de continuar com o projeto de mudanças sociais para a classe trabalhadora, iniciada pelo governo Lula, e também denunciar que no Estado de São Paulo o governo do PSDB não tem respeitado os trabalhadores nos seus direitos essenciais.
“O governo Lula está comprometido com a construção desse projeto que visa melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Temos nossa cota de responsabilidade no sentido de propor mudanças necessárias. No Estado de São Paulo, a política tucana tem precarizado as relações de trabalho e desrespeitado os trabalhadores”, frisa.
Integram o Ato – Participam dirigentes da CNB/CUT, do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região, sindicalistas de diversas categorias filiadas à CUT, funcionários de repartições públicas e de setores privados, dos movimentos sociais: trabalhadores sem teto, sem terra, desempregados, estudantes, representantes de movimentos de mulheres e negros, entre outras entidades.
Os movimentos sociais reforçam as reivindicações por passe livre para os desempregados, reforma agrária, políticas de habitação e de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.
Fonte: www.cnbcut.com.br
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