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Bancários querem reunião com o BB

O objetivo do encontro é resolver antigos problemas do funcionalismo

A Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT) e a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB enviaram no início deste mês uma carta endereçada ao presidente em exercício do Banco do Brasil, Rossano Maranhão Pinto. O objetivo dos sindicalistas é agendar uma reunião, “com a máxima urgência”, para tratar de várias pendências.

A primeira delas é relativa à Cassi. “Nossa Caixa de Saúde continua com problemas estruturais, uma vez que o banco insiste em não cumprir o estatuto no que diz respeito ao custeio relativo aos 4,5% de contribuições para os novos funcionários. Por diversas vezes pautamos o tema, mas o problema continua. É preciso que o banco resolva a pendência de forma objetiva, visto que a Cassi é um patrimônio muito caro ao funcionalismo”, afirmaram na carta Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa, e o presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas.

Outra questão sublinhada na carta são as alterações perpetradas unilateralmente pelo governo anterior no Plano de Cargos e Salários e no Plano de Cargos Comissionados. “Tanto o PCC como o PCS fez o funcionário perder a perspectiva de carreira dentro do banco, já que criaram critérios subjetivos de preenchimento dos cargos comissionados. Defendemos critérios objetivos e democráticos para se guindar postos dentro da empresa, ao passo que acreditamos ser necessário a revisão dos dois planos de maneira a valorizar os funcionários e a contemplar melhores oportunidades àqueles que desejem ocupar cargos em comissão. Como parte desta política, defendemos a revisão do TAO, para dar maior transparência ao processo e democratizar as oportunidades”, escreveram os sindicalistas.

A Comissão de Empresa e a CNB/CUT também protestaram contra o “novo modelo de classificação de agências”, que foi apresentado em 2004 e que o banco pretende implantar. “Ele é questionado por muitos funcionários e poderá trazer injustiças. Os parâmetros que a empresa pretende utilizar levam em conta produtividade, deixando de lado seu papel de fomento a produção e geração de emprego e renda, papel que, acreditamos, seja fundamental ao Banco que é do Brasil”, denunciaram.

Condições de trabalho
Os bancários também protestaram contra as más condições de trabalho, tema recorrente entre os funcionários. “Desrespeito à jornada, fraudes no ponto eletrônico, assédio moral, dotação insuficiente das agências, estagiários e contratados em excesso, pressão pelo cumprimento de metas irreais, agravadas pelo programa Superação. Estes são alguns dos temas que têm afligido o bancário em seu local de trabalho e trazem intranqüilidade, criando um clima desfavorável ao bom desempenho profissional”, enumeraram.

Previ
Os sindicalistas também querem discutir com o presidente do BB questões relativas à Previ. Os bancários afirmaram na carta que há mais de um ano a Comissão de Empresa vem debatendo uma solução para a Parcela Previ para evitar prejuízos àqueles que têm se aposentado ou estão em vias de. “E o banco não tem demonstrando a agilidade necessária para a solução de alguns impasses, como o resgate dos direitos dos associados previstos no estatuto aprovado pelo Corpo Social em 1997 e alterado por um interventor nomeado pelo governo anterior”, afirmaram.

Fonte: Espelho Fax

Por 12:21 Notícias

Bancários querem reunião com o BB

O objetivo do encontro é resolver antigos problemas do funcionalismo
A Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT) e a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB enviaram no início deste mês uma carta endereçada ao presidente em exercício do Banco do Brasil, Rossano Maranhão Pinto. O objetivo dos sindicalistas é agendar uma reunião, “com a máxima urgência”, para tratar de várias pendências.
A primeira delas é relativa à Cassi. “Nossa Caixa de Saúde continua com problemas estruturais, uma vez que o banco insiste em não cumprir o estatuto no que diz respeito ao custeio relativo aos 4,5% de contribuições para os novos funcionários. Por diversas vezes pautamos o tema, mas o problema continua. É preciso que o banco resolva a pendência de forma objetiva, visto que a Cassi é um patrimônio muito caro ao funcionalismo”, afirmaram na carta Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa, e o presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas.
Outra questão sublinhada na carta são as alterações perpetradas unilateralmente pelo governo anterior no Plano de Cargos e Salários e no Plano de Cargos Comissionados. “Tanto o PCC como o PCS fez o funcionário perder a perspectiva de carreira dentro do banco, já que criaram critérios subjetivos de preenchimento dos cargos comissionados. Defendemos critérios objetivos e democráticos para se guindar postos dentro da empresa, ao passo que acreditamos ser necessário a revisão dos dois planos de maneira a valorizar os funcionários e a contemplar melhores oportunidades àqueles que desejem ocupar cargos em comissão. Como parte desta política, defendemos a revisão do TAO, para dar maior transparência ao processo e democratizar as oportunidades”, escreveram os sindicalistas.
A Comissão de Empresa e a CNB/CUT também protestaram contra o “novo modelo de classificação de agências”, que foi apresentado em 2004 e que o banco pretende implantar. “Ele é questionado por muitos funcionários e poderá trazer injustiças. Os parâmetros que a empresa pretende utilizar levam em conta produtividade, deixando de lado seu papel de fomento a produção e geração de emprego e renda, papel que, acreditamos, seja fundamental ao Banco que é do Brasil”, denunciaram.
Condições de trabalho
Os bancários também protestaram contra as más condições de trabalho, tema recorrente entre os funcionários. “Desrespeito à jornada, fraudes no ponto eletrônico, assédio moral, dotação insuficiente das agências, estagiários e contratados em excesso, pressão pelo cumprimento de metas irreais, agravadas pelo programa Superação. Estes são alguns dos temas que têm afligido o bancário em seu local de trabalho e trazem intranqüilidade, criando um clima desfavorável ao bom desempenho profissional”, enumeraram.
Previ
Os sindicalistas também querem discutir com o presidente do BB questões relativas à Previ. Os bancários afirmaram na carta que há mais de um ano a Comissão de Empresa vem debatendo uma solução para a Parcela Previ para evitar prejuízos àqueles que têm se aposentado ou estão em vias de. “E o banco não tem demonstrando a agilidade necessária para a solução de alguns impasses, como o resgate dos direitos dos associados previstos no estatuto aprovado pelo Corpo Social em 1997 e alterado por um interventor nomeado pelo governo anterior”, afirmaram.
Fonte: Espelho Fax

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