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BC marca às pressas leilão do BEC para esta terça-feira

(Brasília) O leilão de privatização do Banco do Estado do Ceará (BEC) foi marcado para amanhã, às 10h, na Bovespa. Os quatro bancos pré-qualificados têm até hoje para depositar as garantias, seja sob a forma de títulos públicos (até as 14h) ou dinheiro (18h).
Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou liminar que impedia a venda da instituição com a folha de pagamento do funcionalismo – considerado o principal atrativo do BEC. Correndo contra o tempo para vender o banco – a avaliação expira neste mês -, o BC marcou o leilão em menos de uma semana.
Quatro interessados foram pré-qualificados para a disputa – Bradesco, Itaú, Unibanco e GE Capital. O preço mínimo do BEC foi estabelecido em R$ 542,721 milhões, para a compra de 92% do controle da instituição, que foi avaliada em R$ 576,575 milhões.
A princípio, a venda do BEC teria de ter ocorrido em 15 de setembro. Mas o processo foi suspenso depois que o STF decidiu, em ação movida pelo PCdoB, que instituições financeiras que adquirirem bancos estaduais não podem administrar as disponibilidades de governos locais. O BC refez o edital, retirando a conta única, mas manteve o preço mínimo de avaliação. A nova tentativa de venda foi suspensa porque o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, entendeu que, entre as disponibilidades, encontra-se o pagamento dos funcionários. Na semana passada, a decisão foi revista.
Segundo dados do BC de setembro, o BEC é o 43º banco pelo critério de ativos, com R$ 1,817 bilhão em setembro. São 160 mil contas de depósito à vista, 70 agências e 133 postos de atendimento bancário.
Fonte: Alex Ribeiro – Valor Econômico.

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BC marca às pressas leilão do BEC para esta terça-feira

(Brasília) O leilão de privatização do Banco do Estado do Ceará (BEC) foi marcado para amanhã, às 10h, na Bovespa. Os quatro bancos pré-qualificados têm até hoje para depositar as garantias, seja sob a forma de títulos públicos (até as 14h) ou dinheiro (18h).

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou liminar que impedia a venda da instituição com a folha de pagamento do funcionalismo – considerado o principal atrativo do BEC. Correndo contra o tempo para vender o banco – a avaliação expira neste mês -, o BC marcou o leilão em menos de uma semana.

Quatro interessados foram pré-qualificados para a disputa – Bradesco, Itaú, Unibanco e GE Capital. O preço mínimo do BEC foi estabelecido em R$ 542,721 milhões, para a compra de 92% do controle da instituição, que foi avaliada em R$ 576,575 milhões.

A princípio, a venda do BEC teria de ter ocorrido em 15 de setembro. Mas o processo foi suspenso depois que o STF decidiu, em ação movida pelo PCdoB, que instituições financeiras que adquirirem bancos estaduais não podem administrar as disponibilidades de governos locais. O BC refez o edital, retirando a conta única, mas manteve o preço mínimo de avaliação. A nova tentativa de venda foi suspensa porque o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, entendeu que, entre as disponibilidades, encontra-se o pagamento dos funcionários. Na semana passada, a decisão foi revista.

Segundo dados do BC de setembro, o BEC é o 43º banco pelo critério de ativos, com R$ 1,817 bilhão em setembro. São 160 mil contas de depósito à vista, 70 agências e 133 postos de atendimento bancário.

Fonte: Alex Ribeiro – Valor Econômico.

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