da Folha de S.Paulo, em Londres
O relatório anual do Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês) diz que o sistema financeiro na maioria dos países industrializados está passando pela desaceleração da economia mundial de forma muito bem-sucedida e esse é um dos bons aspectos da situação atual.
No entanto, o BIS admite que ainda há riscos para o setor se a esperada recuperação da economia falhar e a desaceleração se prolongar por muito tempo, o que o banco classifica como pouco provável.
Os bancos venderam ativos frágeis a outros investidores durante a queda dos mercados, mas têm exposições em alguns países, embora tenham mostrado “resistência notável”. De acordo com o relatório do BIS, se o crescimento econômico seguir contido nos países industrializados, as receitas e os lucros das empresas podem ser menores, com possíveis prejuízos para os bancos. O estudo cita a exposição das instituições a setores mais frágeis, como “tecnologia da informação, mídia, telecomunicações e viagens”.
O BIS alerta também para o fato de que a economia mundial está em situação desconfortável e que a deflação e o enfraquecimento do dólar são novas ameaças para uma frágil recuperação. Para o banco, a deflação é um risco para muitas das maiores economias do mundo e os governos e os bancos centrais deveriam se preparar para lidar com esse risco.
Mesmo assim, o banco diz que estão postas as condições para uma retomada. O relatório diz também que, para assegurar uma recuperação de longo prazo, a Ásia e a Europa teriam que contribuir, pois os EUA representaram uma parcela desproporcional do crescimento da demanda mundial nos últimos anos.
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Por Mhais• 1 de julho de 2003• 10:08• Sem categoria
BIS VÊ RISCO PARA BANCOS SE ECONOMIA GLOBAL NÃO SE RECUPERAR
da Folha de S.Paulo, em Londres
O relatório anual do Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês) diz que o sistema financeiro na maioria dos países industrializados está passando pela desaceleração da economia mundial de forma muito bem-sucedida e esse é um dos bons aspectos da situação atual.
No entanto, o BIS admite que ainda há riscos para o setor se a esperada recuperação da economia falhar e a desaceleração se prolongar por muito tempo, o que o banco classifica como pouco provável.
Os bancos venderam ativos frágeis a outros investidores durante a queda dos mercados, mas têm exposições em alguns países, embora tenham mostrado “resistência notável”. De acordo com o relatório do BIS, se o crescimento econômico seguir contido nos países industrializados, as receitas e os lucros das empresas podem ser menores, com possíveis prejuízos para os bancos. O estudo cita a exposição das instituições a setores mais frágeis, como “tecnologia da informação, mídia, telecomunicações e viagens”.
O BIS alerta também para o fato de que a economia mundial está em situação desconfortável e que a deflação e o enfraquecimento do dólar são novas ameaças para uma frágil recuperação. Para o banco, a deflação é um risco para muitas das maiores economias do mundo e os governos e os bancos centrais deveriam se preparar para lidar com esse risco.
Mesmo assim, o banco diz que estão postas as condições para uma retomada. O relatório diz também que, para assegurar uma recuperação de longo prazo, a Ásia e a Europa teriam que contribuir, pois os EUA representaram uma parcela desproporcional do crescimento da demanda mundial nos últimos anos.
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