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BNDES tem lucro de R$ 1,56 bilhão no primeiro trimestre de 2014

• Resultado permaneceu estável e inadimplência, de 0,01%, encontra-se no nível mais baixo da história

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou um lucro líquido de R$ 1,56 bilhão no primeiro trimestre de 2014. O valor ficou estável em relação ao obtido no mesmo período de 2013, de R$ 1,59 bilhão, sustentado pela contribuição do resultado com financiamentos a projetos de investimentos.

O desempenho positivo refletiu o bom resultado do segmento de renda fixa, que participou com 90,4% do lucro do Banco no primeiro trimestre de 2014. Composto majoritariamente pelas operações de crédito e repasses, o segmento alcançou R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2014, refletindo um aumento de R$ 500 milhões (alta de 17%) na comparação com o mesmo trimestre de 2013.

O crescimento acompanha o aumento das operações de crédito e repasses em moeda nacional, com destaque para o Programa BNDES de Sustentação de Investimento (BNDES PSI), instrumento de estímulo ao investimento produtivo brasileiro.

A carteira de crédito e repasses apresentou expansão de R$ 12,5 bilhões (2,2%) no trimestre, fruto do crescimento do volume de operações realizadas no período.

O resultado do segmento de renda variável apresentou redução de R$ 200 milhões (57,3%) em relação ao primeiro trimestre de 2013, o que fez cair de 8,2% para 3,7% sua participação no resultado do BNDES nos trimestres. O desempenho está associado ao resultado com alienações.

No primeiro trimestre de 2013, foi positivamente afetado pela alienação de investimentos, com excelente retorno para o Banco. Já no primeiro trimestre de 2014, marcado pela instabilidade dos mercados de capitais, não ocorreram alienações de vulto significativo.

O resultado das operações de tesouraria alcançou R$ 200 milhões. Para que o BNDES cumpra seu orçamento de desembolsos, a gestão da carteira de tesouraria inclui a monetização de títulos públicos federais nos quais são aplicadas suas disponibilidades de caixa.

Em relação às outras receitas e despesas, que incluem despesas administrativas, tributárias, entre outras, verifica-se redução de R$ 129 milhões (6,4%) entre os trimestres em razão da queda de R$ 113 milhões das despesas tributárias, inclusive tributos sobre o lucro.

Inadimplência – Apesar das incertezas nos mercados financeiros e de capitais, a inadimplência do sistema BNDES encontra-se no mais baixo nível de sua história, refletindo a robustez de sua carteira de crédito e repasses. O percentual foi de apenas 0,01% no trimestre, inferior aos 0,04% registrados no mesmo período de 2013. A inadimplência média do Sistema Financeiro Nacional, conforme o Banco Central, foi de 3% em março de 2014.

A baixa inadimplência e o perfil de crédito refletem a consistência das políticas operacionais do BNDES. É resultado, sobretudo, da qualidade da gestão da sua carteira de crédito, que busca compatibilizar taxas de juros reduzidas e prazos compatíveis com projetos de longa maturação.

Posição financeira –
Os resultados apresentados no primeiro trimestre de 2014 foram superiores aos do mesmo período de 2013. O patrimônio líquido do sistema BNDES totalizou R$ 54,6 bilhões, acima dos R$ 46,8 bilhões de igual trimestre de 2013. O patrimônio de referência (PR) aumentou para R$ 97,3 bilhões, ante os R$ 85,3 bilhões obtidos no primeiro trimestre do ano passado. O Índice da Basiléia do Sistema BNDES atingiu 17,1%, bem acima dos 14,7% do primeiro trimestre de 2013 e dos 11% exigidos pelo Banco Central.

Os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 777,8 bilhões em 31 de março de 2014, superiores aos R$ 698,4 bilhões registrados em igual período do ano passado. Da mesma forma, o saldo da carteira de crédito e repasses, líquido de provisão para risco de crédito, atingiu R$ 577,8 bilhões em 31 de março de 2014, acima dos R$ 501,6 bilhões de março de 2013. Do total da carteira de crédito e repasses em 31 de março de 2014, 80,8% correspondiam a créditos de longo prazo.

Notícia colhida no sítio http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Sala_de_Imprensa/Destaques_Primeira_Pagina/20140515_LUCRO1TRI.html

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BNDES tem lucro líquido de R$ 8,150 bilhões em 2013

nadimplência atinge a menor taxa histórica, de 0,01%

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou um lucro líquido de R$ 8,150 bilhões no exercício de 2013, valor semelhante ao do exercício anterior, quando o Banco obteve lucro líquido de R$ 8,126 bilhões*. Os resultados do balanço do ano passado também mostram melhora em outros indicadores relevantes, com destaque para a redução do nível de inadimplência, que atingiu a mais baixa taxa histórica do Banco, e para a melhora na provisão para risco de crédito.

O desempenho expressivo do Sistema BNDES se mantém, a exemplo dos outros anos, em meio a um processo de redução de spreads cobrados pelo BNDES, em linha com o esforço do Governo Federal de estimular o investimento produtivo, e num momento desfavorável do mercado de capitais.

O bom resultado de 2013 foi assegurado por uma significativa melhora no desempenho da Finame, que compensou oscilações dos resultados das operações próprias do BNDES e da BNDESPAR. Com efeito, a Finame contribuiu com R$ 1,538 bilhão do resultado de 2013, um aumento de R$ 710 milhões em relação ao de 2012. A principal razão para este aumento foi a provisão para risco de crédito, que totalizou uma receita de R$ 761 milhões ante R$ 45 milhões em 2012.

As operações próprias do BNDES contribuíram com R$ 4,894 bilhões (60,1%) deste resultado, ante R$ 5,393 bilhões no exercício de 2012, devido ao menor resultado de intermediação financeira, em função da queda dos spreads cobrados pelo Banco.

Apesar do momento desfavorável do mercado de capitais, as operações de renda variável também contribuíram para o lucro do exercício. A contribuição da BNDESPAR foi R$ 1,712 bilhão, ligeiramente inferior ao número de 2012 (R$ 1,910 bilhão). Um dos fatores que explicam esta redução é o menor volume de desinvestimentos, dado o momento de baixas cotações.

Inadimplência – A inadimplência do Sistema BNDES caiu, atingindo o percentual de 0,01% em 31 de dezembro de 2013, sua menor taxa histórica. Em setembro de 2013, a inadimplência do BNDES estava em 0,02% e em 31 de dezembro de 2012, em 0,06%.

A baixa inadimplência reflete a boa gestão, a qualidade da carteira de crédito e repasses e a consistência das políticas operacionais do BNDES. A título de comparação, a taxa de inadimplência média do Sistema Financeiro Nacional (SFN) foi de 3% em 2013.

O baixo volume de renegociações realizadas pelo BNDES durante o exercício de 2013, que equivale a 1,2% da carteira em 31 de dezembro, é mais um indicador que confirma esta qualidade.

Posição financeira – O patrimônio líquido (PL) do Sistema BNDES aumentou, totalizando R$ 60,626 bilhões em 2013. Em 31 de dezembro de 2012, o PL era de R$ 49,993 bilhões*. Com a elevação do PL, o patrimônio de referência (PR) do Banco atingiu R$ 108,669 bilhões, acima dos R$ 102,868 bilhões obtidos em 30 de setembro de 2013 e dos R$ 89,598 bilhões em 31 de dezembro de 2012. O crescimento do PL e do PR em relação a 2012, conforme já divulgado anteriormente, deveu-se, principalmente, à captação de R$ 15 bilhões do Tesouro Nacional, classificada como instrumento elegível a capital principal nos termos da Resolução CMN 4.192/13.

O índice de adequação de capital (Índice da Basiléia) registrado pelo BNDES foi de 19,2%, superior aos 11% exigidos pelo Banco Central, aos 17,7% registrados no balanço de setembro de 2013 e aos 15,4% de 2012.

Os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 782,0 bilhões em 31 de dezembro de 2013, apresentando crescimento robusto de R$ 66,5 bilhões em relação ao saldo em 31 de dezembro de 2012. O saldo da carteira de crédito e repasse, líquido de provisão para risco de crédito, atingiu R$ 565,2 bilhões em 31 de dezembro de 2013, dos quais 80,8% correspondiam a créditos de longo prazo.

(*) – Os valores originalmente divulgados em 2012, conforme requerido pelas normas de contabilidade, foram ajustados para fins de comparação, visando refletir o impacto de pronunciamento contábil que entrou em vigor a partir de 1º de janeiro de 2013, conforme detalhado na nota explicativa 4.11 das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2013.

Notícia colhida no sítio http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Sala_de_Imprensa/Noticias/2014/Institucional/20140228_lucro.html

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