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Caixa eletrônico terá uso comum em 2005

A partir do segundo semestre, clientes do Banco do Brasil (BB), da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Bradesco poderão usar o mesmo caixa eletrônico em shoppings, aeroportos e ruas. BB e CEF iniciam a parceria em julho e um protocolo de entendimento já foi firmado com o Bradesco. Juntos, eles oferecerão a seus clientes mais de 10 mil terminais de auto-atendimento em locais públicos. Outros bancos poderão em breve integrar o sistema, como o ABN Amro Real.
“O objetivo é aumentar a capilaridade, racionalizar e oferecer mais conforto aos clientes”, diz Paulo Rogério Caffarelli, diretor de logística do BB. As cerca de 8 mil estações eletrônicas de atendimento do Bradesco deverão estar integradas às do BB e da CEF até o final do ano. Com isso, cerca de 50% do mercado de terminais eletrônicos deverão estar operando de forma integrada, segundo o presidente do Bradesco e da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Márcio Cypriano.
Dos 25 mil terminais do Bradesco, cerca de oito mil estão fora das agências e farão parte do processo inicial de integração com Caixa e BB. A idéia do compartilhamento começou no BB, que tem hoje 6.200 terminais. O projeto-piloto com a CEF começou em fevereiro em Curitiba, Recife e Brasília. A redução inicial de custos nos dois bancos oficiais será da ordem de 30%, mas no futuro será bem maior.
Caffarelli, do BB, gosta de citar como exemplo o posto Lago Azul, na Rodovia dos Bandeirantes, onde existem 7 caixas eletrônicos de sete diferentes bancos e cada um deles paga aluguel de R$ 2.400 para manter sua máquina no local. O cliente terá mais conforto e, no futuro, terá de pagar pela comodidade. Caffarelli afirma que, com o aumento da capilaridade, será criada uma tarifa bancária para o uso dos caixas eletrônicos externos às agências. O valor ainda não foi estabelecido. “Todo bom serviço tem um custo” diz ele.
Segundo Caffarelli, a rede integrada de caixas de auto-atendimento deverá gerar no futuro uma nova empresa. O Brasil tem hoje cerca de 30 mil caixas eletrônicos externos, em locais públicos. A média é de 8 mil operações por mês em cada um deles, mas alguns caixas podem chegar a fazer até 20 mil por mês. No BB, apenas 12% das operações são feitas em caixas tradicionais. O restante é feito em sistema de auto-atendimento e os caixas eletrônicos externos respondem por 52% desta fatia.
Fonte: Valor Econômico – Agência Globo

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Caixa eletrônico terá uso comum em 2005

A partir do segundo semestre, clientes do Banco do Brasil (BB), da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Bradesco poderão usar o mesmo caixa eletrônico em shoppings, aeroportos e ruas. BB e CEF iniciam a parceria em julho e um protocolo de entendimento já foi firmado com o Bradesco. Juntos, eles oferecerão a seus clientes mais de 10 mil terminais de auto-atendimento em locais públicos. Outros bancos poderão em breve integrar o sistema, como o ABN Amro Real.

“O objetivo é aumentar a capilaridade, racionalizar e oferecer mais conforto aos clientes”, diz Paulo Rogério Caffarelli, diretor de logística do BB. As cerca de 8 mil estações eletrônicas de atendimento do Bradesco deverão estar integradas às do BB e da CEF até o final do ano. Com isso, cerca de 50% do mercado de terminais eletrônicos deverão estar operando de forma integrada, segundo o presidente do Bradesco e da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Márcio Cypriano.

Dos 25 mil terminais do Bradesco, cerca de oito mil estão fora das agências e farão parte do processo inicial de integração com Caixa e BB. A idéia do compartilhamento começou no BB, que tem hoje 6.200 terminais. O projeto-piloto com a CEF começou em fevereiro em Curitiba, Recife e Brasília. A redução inicial de custos nos dois bancos oficiais será da ordem de 30%, mas no futuro será bem maior.

Caffarelli, do BB, gosta de citar como exemplo o posto Lago Azul, na Rodovia dos Bandeirantes, onde existem 7 caixas eletrônicos de sete diferentes bancos e cada um deles paga aluguel de R$ 2.400 para manter sua máquina no local. O cliente terá mais conforto e, no futuro, terá de pagar pela comodidade. Caffarelli afirma que, com o aumento da capilaridade, será criada uma tarifa bancária para o uso dos caixas eletrônicos externos às agências. O valor ainda não foi estabelecido. “Todo bom serviço tem um custo” diz ele.

Segundo Caffarelli, a rede integrada de caixas de auto-atendimento deverá gerar no futuro uma nova empresa. O Brasil tem hoje cerca de 30 mil caixas eletrônicos externos, em locais públicos. A média é de 8 mil operações por mês em cada um deles, mas alguns caixas podem chegar a fazer até 20 mil por mês. No BB, apenas 12% das operações são feitas em caixas tradicionais. O restante é feito em sistema de auto-atendimento e os caixas eletrônicos externos respondem por 52% desta fatia.

Fonte: Valor Econômico – Agência Globo

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