Com o pontapé inicial na campanha dos financiários 2006, dado em reunião nesta quarta-feira sob a coordenação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), vem à tona uma questão adicional, além das econômicas e de condições de trabalho: a necessidade de estender a representação sindical para mais de 200 mil trabalhadores, atualmente em condições precarizadas de trabalho. Tratam-se dos promotores de crédito que desempenham atividades tipicamente de financiários sem fazer jus aos direitos da categoria.
“Quando se discute financiários não tem como não se discutir o ramo, haja vista a grande incidência de empresas que se valem da mão de obra desses trabalhadores por meio de contratos irregulares, na maioria das vezes, praticados por cooperativas de trabalho, na clara intenção de não enquadrá-los na Convenção Coletiva da categoria”, afirma o diretor de Bancos Privados da FETEC/CUT-SP, Pedro Sardi.
Para o dirigente, a grande questão é ‘como integrar os promotores de crédito na campanha dos financiários?’. “Com a recém-criação da Contraf-CUT, torna-se mais evidente o desafio para que os sindicatos exerçam ação sindical sobre esses trabalhadores. É preciso olhar para esse setor dentro do ramo, cuja realidade é de baixos salários e péssimas condições de trabalho”, frisa Sardi.
Na reunião desta quarta-feira, foram traçados os principais itens da pauta de reivindicações, dentre os quais aumento real, e agendado para os dias 3 e 4 de junho, em São Paulo, o Encontro Nacional dos Financiários e Promotores de Crédito com caráter aberto.
A pauta de reivindicações, prevista para ser entregue à Fenacrefi (federação patronal) na primeira semana de junho, deverá ser apreciada pelas assembléias de base até o dia 31 de maio. Os sindicatos devem aproveitar as orientações para convocar também assembléias de cooperativas de crédito.
Fonte: Fetec – CUT – SP
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Por Mhais• 26 de maio de 2006• 11:58• Sem categoria
Campanha dos financiários reforça debate sobre representação no ramo
Com o pontapé inicial na campanha dos financiários 2006, dado em reunião nesta quarta-feira sob a coordenação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), vem à tona uma questão adicional, além das econômicas e de condições de trabalho: a necessidade de estender a representação sindical para mais de 200 mil trabalhadores, atualmente em condições precarizadas de trabalho. Tratam-se dos promotores de crédito que desempenham atividades tipicamente de financiários sem fazer jus aos direitos da categoria.
“Quando se discute financiários não tem como não se discutir o ramo, haja vista a grande incidência de empresas que se valem da mão de obra desses trabalhadores por meio de contratos irregulares, na maioria das vezes, praticados por cooperativas de trabalho, na clara intenção de não enquadrá-los na Convenção Coletiva da categoria”, afirma o diretor de Bancos Privados da FETEC/CUT-SP, Pedro Sardi.
Para o dirigente, a grande questão é ‘como integrar os promotores de crédito na campanha dos financiários?’. “Com a recém-criação da Contraf-CUT, torna-se mais evidente o desafio para que os sindicatos exerçam ação sindical sobre esses trabalhadores. É preciso olhar para esse setor dentro do ramo, cuja realidade é de baixos salários e péssimas condições de trabalho”, frisa Sardi.
Na reunião desta quarta-feira, foram traçados os principais itens da pauta de reivindicações, dentre os quais aumento real, e agendado para os dias 3 e 4 de junho, em São Paulo, o Encontro Nacional dos Financiários e Promotores de Crédito com caráter aberto.
A pauta de reivindicações, prevista para ser entregue à Fenacrefi (federação patronal) na primeira semana de junho, deverá ser apreciada pelas assembléias de base até o dia 31 de maio. Os sindicatos devem aproveitar as orientações para convocar também assembléias de cooperativas de crédito.
Fonte: Fetec – CUT – SP
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