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Campanha termina com um grande avanço político

Termina a campanha e fica de saldo um grande avanço político. Todo o Brasil e seu povo puderam comparar programas e propostas e julgar os dois candidatos, com tempo igual na TV e no rádio, além de quatro debates com audiência de razoável para boa.

Geraldo Alckmin pôde fazer todas denúncias contra o governo e o PT, e o país vai fazer seu julgamento amanhã. Da mesma forma, a oposição pôde apresentar seu diagnóstico e criticar o governo e sua política, e o país também fará amanhã um juízo dos quatro anos de Lula, inclusive comparando-os com os oito do tucanato e com a gestão de Alckmin em São Paulo, como o próprio tucano propôs durante toda a campanha.

O PT também estará em julgamento. Apesar de ter sido o partido mais votado para a Câmara dos Deputados e ter eleito já no primeiro turno quatro governadores – e ter ainda Ana Júlia, no Pará, e Olívio Dutra, no Rio Grande do Sul, com chances no segundo turno –, o PT será novamente submetido ao juízo popular, já que foi identificado pela oposição como o partido do governo e do presidente.

Neste segundo turno, caso se confirme a vitória de Lula, a coalizão de centro-direita que apoiou Alckmin será derrotada em toda as linhas, Perdeu o debate político, programático e ideológico – isso mesmo, perdeu o debate ideológico, porque não sustentou seu programa liberal, oportunisticamente se escondeu num discurso mistificador e jogou todas as fichas que tinha no debate ético, contra a corrupção.

O problema é que a maioria da sociedade – quase dois terços, se as pesquisas se confirmarem – não deu ao PSDB a legitimidade para criticar a corrupção no Estado brasileiro (o passado os condena) e nem atribuiu ao presidente e ao governo a responsabilidade pelas denúncias de corrupção ou pelos erros do PT.

Portanto, PSDB, PFL e PPS perderam o debate programático e ético. Foram derrotados de uma forma geral e saem da campanha com uma derrota eleitoral, política, programática e ideológica. Nada será mais como antes, nem na oposição, nem no PT.

Por José Dirceu.

COMENTÁRIO COLHIDO NO SÍTIO http://blogdodirceu.blig.ig.com.br/.

Por 14:45 Notícias

Campanha termina com um grande avanço político

Termina a campanha e fica de saldo um grande avanço político. Todo o Brasil e seu povo puderam comparar programas e propostas e julgar os dois candidatos, com tempo igual na TV e no rádio, além de quatro debates com audiência de razoável para boa.
Geraldo Alckmin pôde fazer todas denúncias contra o governo e o PT, e o país vai fazer seu julgamento amanhã. Da mesma forma, a oposição pôde apresentar seu diagnóstico e criticar o governo e sua política, e o país também fará amanhã um juízo dos quatro anos de Lula, inclusive comparando-os com os oito do tucanato e com a gestão de Alckmin em São Paulo, como o próprio tucano propôs durante toda a campanha.
O PT também estará em julgamento. Apesar de ter sido o partido mais votado para a Câmara dos Deputados e ter eleito já no primeiro turno quatro governadores – e ter ainda Ana Júlia, no Pará, e Olívio Dutra, no Rio Grande do Sul, com chances no segundo turno –, o PT será novamente submetido ao juízo popular, já que foi identificado pela oposição como o partido do governo e do presidente.
Neste segundo turno, caso se confirme a vitória de Lula, a coalizão de centro-direita que apoiou Alckmin será derrotada em toda as linhas, Perdeu o debate político, programático e ideológico – isso mesmo, perdeu o debate ideológico, porque não sustentou seu programa liberal, oportunisticamente se escondeu num discurso mistificador e jogou todas as fichas que tinha no debate ético, contra a corrupção.
O problema é que a maioria da sociedade – quase dois terços, se as pesquisas se confirmarem – não deu ao PSDB a legitimidade para criticar a corrupção no Estado brasileiro (o passado os condena) e nem atribuiu ao presidente e ao governo a responsabilidade pelas denúncias de corrupção ou pelos erros do PT.
Portanto, PSDB, PFL e PPS perderam o debate programático e ético. Foram derrotados de uma forma geral e saem da campanha com uma derrota eleitoral, política, programática e ideológica. Nada será mais como antes, nem na oposição, nem no PT.
Por José Dirceu.
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