Sobe para 72,5% adesão à greve na base de Apucarana
A agência 3724, do Itaú em Apucarana, está firme na greve ![]() A paralisação das atividades é total nas agências de Arapongas |
A diretoria do Sindicato de Apucarana conseguiu ampliar o número de agências paralisadas nesta quinta-feira (8/09), no terceiro dia de greve da categoria, elevando para 72,5% a adesão dos bancários e bancárias de sua base territorial.
Segundo informa Maria Salomé Fujii, presidenta da entidade, além de Apucarana, estão fechadas todas as agências de Arapongas, Ivaiporã e de Jandaia do Sul, num total de 30 unidades com as atividades suspensas.
“Nossa intenção é de garantir amanhã (9/09) a participação de funcionários de outras cidades, porque ainda não temos nada garantido em relação ao que estamos pleiteando junto aos bancos e não podemos perder o embalo do movimento nesta altura da Campanha Salarial”, avalia Salomé.
![]() A greve na agência Capital do Boné, da Caixa em Apucarana |
Na última rodada de negociação, realizada no dia 30 de agosto, a Fenaban ofereceu um índice de reajuste de 6,5% para os salários e esse mesmo percentual para a PLR, Auxílio-alimentação, Auxílio-refeição e Auxílio-creche/babá.
A categoria reivindica reajuste de 14,78%, que inclui a reposição acumulada desde setembro de 2015 mais 5% de aumento real nos salários, entre outros pontos.
Por Armando Duarte Jr.
Mobilização da categoria se mantém firme em Cornélio Procópio

Mobilização da categoria se mantém firme em Cornélio Procópio
![]() Divonzir: “só com mobilização forte será possível quebrar a intransigência dos banqueiros” |
terceiro dia de greve na base territorial do Sindicato de Cornélio Procópio mantém o mesmo quadro de terça-feira (6/09), com o fechamento de 14 agências, atingindo também o expediente do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal em Bandeirantes, Cambará, Jacarezinho, Santo Antônio da Platina, Andirá e de Ribeirão do Pinhal.
Este número representa, segundo Divonzir Lemos Carneiro, diretor do Sindicato de Cornélio Procópio, uma paralisação de 31,81% das agências e a participação de 236 bancários e bancárias na greve nacional da categoria.
“Só com a mobilização forte é que iremos conseguir quebrar a intransigência dos banqueiros e fechar as negociações de forma vantajosa”, avalia Divonzir.
Por Armando Duarte Jr.
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Categoria amplia participação no terceiro dia do movimento nos bancos
Só a luta te garante: greve atinge a principal agência da Caixa em LondrinaA participação dos bancários e bancárias foi ampliada hoje (8/09) no terceiro dia de greve na base territorial do Sindicato de Londrina, com o fechamento de agências nas Avenidas Higienópolis, Bandeirantes, Tiradentes e nos Cinco Conjuntos.
De acordo com a presidenta do Sindicato de Londrina, Regiane Portieri, no primeiro dia o movimento foi concentrado na área central da cidade e também em unidades do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal em Ibiporã, Cambé e Rolândia, com a paralisação de 36 agências e a mobilização de 1.096 bancários.
“Hoje, conseguimos ampliar a greve e isto é importante para forçar a Fenaban a apresentar uma proposta que se aproxime das reivindicações da Campanha deste ano na rodada de negociação agendada para amanhã”, avalia.
A reunião com a Fenaban será realizada na sexta-feira (9/09), às 11h00, em São Paulo.
Regiane lembra que só com muita pressão será possível manter o ciclo de aumentos reais que a categoria vem conquistando desde 2004 e impedir o arrocho salarial, bem como manter e ampliar os direitos. O recado também é válido para forçar o BB e a Caixa retomarem as negociações específicas.
Por Armando Duarte Jr.
| Principais reivindicações específicas dos empregados da Caixa |
| Saúde do trabalhador – Pausa de 10 minutos, a cada 50 trabalhados, estendida a todos que fazem atendimento ao público, trabalham com entrada de dados ou têm movimentos repetitivos.
Sipat (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho) organizada conjuntamente pelo Sindicato e a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes). Com toda a infraestrutura sendo garantida pela Caixa. CAT – Abertura obrigatória de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) no prazo de 24 horas para todos os trabalhadores lotados na unidade, nas ocorrências de assalto. Saúde Caixa – Alteração do caráter de consultivo para deliberativo do Conselho de Usuários; fortalecimento dos comitês de acompanhamento de rede credenciada, incluindo custeio pela Caixa de despesas com viagens dos integrantes. Funcef – Manutenção do Fundo para Revisão de Benefícios, com o banco público arcando com 100% do déficit causado nas situações em que foi utilizado o voto de Minerva. Além disso, o fim desse voto. Condições de trabalho – Investimento maior da Caixa na Gilog e demais áreas que dão suporte às unidades. Uma das medidas seria que todos os estados passem a ter setores com essa atribuição. Para as agências as propostas são: fim do caixa minuto; manutenção da função de caixa; pagamento integral das funções; garantia da substituição para todos os cargos, independente da causa ou período de afastamento. Revisão do conceito de “agência deficitária”. Outras demandas – Toda hora extra feita deve ser paga, com o fim do banco de horas, do descomissionamento arbitrário e da GDP (Gestão de Desempenho Pessoal). Reestruturação – Toda e qualquer reestruturação deve ser debatida previamente com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE). Defesa do banco público – Campanha permanente das entidades representativas dos empregados pela manutenção da Caixa 100% pública como instrumento de fomento à economia, implementação de políticas públicas, e agente de regulação e moderação do Sistema Financeiro Nacional. |


