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Compras de bancos já giraram neste ano o dobro do negociado em 2005

O ano começou agitado em aquisições no mercado financeiro. As operações já anunciadas envolvem o dobro do movimentado em todo o ano passado.
Mas os principais bancos privados não consideram que esteja em curso uma onda de consolidação no mercado financeiro. “O mercado está estreito atualmente. Só aparecem algumas aquisições pontuais”, disse Márcio Cypriano, o presidente do Bradesco, que comprou as operações do American Express no país em março, por cerca de R$ 1 bilhão. “São oportunidades que surgiram e não uma nova onda de consolidação”, afirmou Sílvio de Carvalho, diretor executivo de controladoria do Itaú, que adquiriu o BankBoston na semana passada, por R$ 4,5 bilhões.
Já foram divulgadas quatro compras, neste ano, envolvendo pouco mais de R$ 10 bilhões. A operação de maior porte foi a compra do Pactual pelo suíço UBS, anunciada ontem.
No ano passado, proliferaram as compras de carteira de crédito consignado e financiamento ao consumo dos bancos de pequeno porte e as parcerias com rede de varejo. As compras envolvendo mudança de controle totalizaram oito, movimentando pouco mais de R$ 4 bilhões. Entre elas estavam vendas do controle ou de parte de bancos estatais como o BEC e a Nossa Caixa.
Cypriano afirmou que um dos motores das aquisições realizadas neste ano é a falta de escala. O American Express e o BankBoston resolveram vender as operações no Brasil pela falta de escala. De certa forma, o UBS comprou o Pactual para constituir uma massa crítica no mercado brasileiro.
Os dois maiores bancos privados do país contam agora com ações valorizadas como moeda em eventuais aquisições e ambos se declaram dispostos a examinar as oportunidades que surgirem.
O Itaú vai pagar o Bank of America pela compra do BankBoston em participação acionária. E o diretor do Itaú comemorou o fato de o banco ter reassumido a liderança do mercado brasileiro em valor de mercado. Segundo Carvalho, o valor de mercado do Itaú atingiu do R$ 81,773 bilhões na segunda-feira, superando o Bradesco, que havia assumido a liderança no ano passado. Segundo Cypriano, o Bradesco estava sendo cotado no mercado a R$ 77 bilhões. O valor de mercado é calculado pela multiplicação do número de ações pela sua cotação em bolsa. O Itaú recuperou o posto com a valorização após a compra do BankBoston, disse Carvalho.
Fonte: Valor Econômico

Por 09:58 Sem categoria

Compras de bancos já giraram neste ano o dobro do negociado em 2005

O ano começou agitado em aquisições no mercado financeiro. As operações já anunciadas envolvem o dobro do movimentado em todo o ano passado.

Mas os principais bancos privados não consideram que esteja em curso uma onda de consolidação no mercado financeiro. “O mercado está estreito atualmente. Só aparecem algumas aquisições pontuais”, disse Márcio Cypriano, o presidente do Bradesco, que comprou as operações do American Express no país em março, por cerca de R$ 1 bilhão. “São oportunidades que surgiram e não uma nova onda de consolidação”, afirmou Sílvio de Carvalho, diretor executivo de controladoria do Itaú, que adquiriu o BankBoston na semana passada, por R$ 4,5 bilhões.

Já foram divulgadas quatro compras, neste ano, envolvendo pouco mais de R$ 10 bilhões. A operação de maior porte foi a compra do Pactual pelo suíço UBS, anunciada ontem.

No ano passado, proliferaram as compras de carteira de crédito consignado e financiamento ao consumo dos bancos de pequeno porte e as parcerias com rede de varejo. As compras envolvendo mudança de controle totalizaram oito, movimentando pouco mais de R$ 4 bilhões. Entre elas estavam vendas do controle ou de parte de bancos estatais como o BEC e a Nossa Caixa.

Cypriano afirmou que um dos motores das aquisições realizadas neste ano é a falta de escala. O American Express e o BankBoston resolveram vender as operações no Brasil pela falta de escala. De certa forma, o UBS comprou o Pactual para constituir uma massa crítica no mercado brasileiro.

Os dois maiores bancos privados do país contam agora com ações valorizadas como moeda em eventuais aquisições e ambos se declaram dispostos a examinar as oportunidades que surgirem.

O Itaú vai pagar o Bank of America pela compra do BankBoston em participação acionária. E o diretor do Itaú comemorou o fato de o banco ter reassumido a liderança do mercado brasileiro em valor de mercado. Segundo Carvalho, o valor de mercado do Itaú atingiu do R$ 81,773 bilhões na segunda-feira, superando o Bradesco, que havia assumido a liderança no ano passado. Segundo Cypriano, o Bradesco estava sendo cotado no mercado a R$ 77 bilhões. O valor de mercado é calculado pela multiplicação do número de ações pela sua cotação em bolsa. O Itaú recuperou o posto com a valorização após a compra do BankBoston, disse Carvalho.

Fonte: Valor Econômico

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