Nos dias 24 a 27 de novembro o Conselho Nacional de Saúde (CNS) realizará uma conferência histórica, reunindo os cerca de 1.500 delegados que participaram das conferências estaduais e municipais em todo o país e os representantes dos Ministérios do Trabalho, da Previdência e da Saúde.
“A Conferência Nacional da Saúde tem 3 grandes eixos: o desenvolvimento sustentável e a relação com a saúde, o trabalhador e o meio ambiente; a ação intersetorial integral, multiprofissional, numa versão transversal de combate aos agravos dos ambientes de trabalho; e a ampliação do controle social”, declarou Jesus Francisco Garcia, representante da CUT no CNS e diretor da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU).
DIÁLOGO – Segundo Jesus, já foram realizadas em torno de mil conferências estaduais e municipais no Brasil todo, o que irá contribuir com um salto de qualidade na melhoria das diretrizes básicas de saúde e segurança. O evento ganha ainda mais importância, frisou, “pois há 11 anos que o Brasil está sem promover uma Conferência Nacional”.
“É preciso que o país defina uma política de Estado que se contraponha a esse modelo agressivo ao meio ambiente, que mata o trabalhador durante o processo e provoca milhares de acidentes de trabalho, deixando uma legião de mutilados e incapacitados”, alertou o representante cutista.
MORTES – De acordo com estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais matam no Brasil cerca de 57 mil pessoas por ano, um número 22 vezes maior que o captado pelas estatísticas oficiais da Previdência Social para os acidentes de trabalho fatais.
Por Leonardo Severo e publicada em 21/10/2005 às 11h01min na Seção AGÊNCIA CUT DE NOTÍCIAS do sítio www.cut.org.br.
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Por Mhais• 22 de outubro de 2005• 14:24• Sem categoria
Conferência Nacional de Saúde
Nos dias 24 a 27 de novembro o Conselho Nacional de Saúde (CNS) realizará uma conferência histórica, reunindo os cerca de 1.500 delegados que participaram das conferências estaduais e municipais em todo o país e os representantes dos Ministérios do Trabalho, da Previdência e da Saúde.
“A Conferência Nacional da Saúde tem 3 grandes eixos: o desenvolvimento sustentável e a relação com a saúde, o trabalhador e o meio ambiente; a ação intersetorial integral, multiprofissional, numa versão transversal de combate aos agravos dos ambientes de trabalho; e a ampliação do controle social”, declarou Jesus Francisco Garcia, representante da CUT no CNS e diretor da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU).
DIÁLOGO – Segundo Jesus, já foram realizadas em torno de mil conferências estaduais e municipais no Brasil todo, o que irá contribuir com um salto de qualidade na melhoria das diretrizes básicas de saúde e segurança. O evento ganha ainda mais importância, frisou, “pois há 11 anos que o Brasil está sem promover uma Conferência Nacional”.
“É preciso que o país defina uma política de Estado que se contraponha a esse modelo agressivo ao meio ambiente, que mata o trabalhador durante o processo e provoca milhares de acidentes de trabalho, deixando uma legião de mutilados e incapacitados”, alertou o representante cutista.
MORTES – De acordo com estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais matam no Brasil cerca de 57 mil pessoas por ano, um número 22 vezes maior que o captado pelas estatísticas oficiais da Previdência Social para os acidentes de trabalho fatais.
Por Leonardo Severo e publicada em 21/10/2005 às 11h01min na Seção AGÊNCIA CUT DE NOTÍCIAS do sítio www.cut.org.br.
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