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Confira a trajetória da Campanha Nacional dos Bancários até o momento

Nesta quarta-feira, dia 21/09, os bancários aprovaram em assembléia o estado de greve e um calendário de mobilizações que inclui uma paralisação de 24h no dia 28 de setembro e o Encontro Nacional dos Bancários, no dia 1º de outubro, em São Paulo. E, caso não seja apresentada uma nova proposta, os bancários decidem, neste encontro, se entram em greve a partir de 6 de outubro.
Mas a mobilização em torno do assunto começou muito antes, já em maio, com a definição do calendário da Campanha Nacional dos Bancários. Em junho, os Sindicatos iniciaram as consultas que apontaram as prioridades dos bancários para este ano. Somente na base de São Paulo-SP, mais de três mil trabahadores responderam, apontando as principais bandeiras da campanha nacional, que foram levadas pelos delegados eleitos em assembléia, no dia 7 de julho, à Conferência Estadual, no dia 9, que aconteceu em São Paulo. Naquele encontro, 360 delegados de todo o Estado definiram as reivindicações que seriam levadas para a Conferência Nacional, que também se realizaria em São Paulo, em 30 e 31 de julho.
Antes disso, os bancários de São Paulo se reuniram para debater temas como Juventude, Saúde e Mulher, em encontros nacionais específicos, respectivamente, nos dias 13, 14 e 15 de julho. No final daquela semana, as questões envolvendo bancários de empresas públicas e foram debatidas separadamente, nos Congressos do BB, da Caixa e no encontro nacional dos bancos privados.
Foi na 7ª Conferência Nacional, que reuniu 550 delegados de todo o país, que a minuta de reivindicações foi elaborada, e em seguida, referendada em assembléias que aconteceram no Brasil inteiro. Em São Paulo, ela aconteceu no dia 9 de agosto ratificando todos os temas aprovados dez dias antes. Dois dias depois, os bancários de São Paulo saíram em passeata pelas ruas do Centro e formalizaram a entrega da minuta de reivindicações à Fenaban.
Na Caixa, as reivindicações específicas foram entregues no dia 10. Uma semana depois, foi a vez da direção do BB receber dos funcionários as suas propostas.
Depois disso, apenas negativas. Tanto nos encontros com a Fenaban quanto com os bancos públicos federais, não surgiu nenhuma contraproposta. Passaram-se 39 dias, e três negociações, para que os banqueiros da Fenaban saíssem do silêncio, apresentando uma proposta de 4% de reajuste salarial, que aconteceu no dia 20 de setembro.
Durante todo este tempo, o Sindicato organizou atividades em vários locais de trabalho, em diversos bancos, como Banco do Brasil, Unibanco, Itaú, Bradesco, HSBC, entre outros. Além dos mutirões por regionais, como Centro, Paulista, Norte, Sul, Oeste e em concentrações como Ceic e CTO, ambas do banco Itaú.
BB e Caixa – As negociações com as direções dos bancos públicos federais também não avançaram. Nos dias 30 e 31 de agosto, em reuniões separadas, BB e Caixa concordaram em seguir a Fenaban. Outras duas negociações aconteceram (BB e Caixa), mas as direções aproveitaram para seguir a cartilha da Fenaban e dizer “não” aos trabalhadores.
Indignados, os bancários começaram a colocar a boca no trombone e questionar os banqueiros, ainda mais depois das pérolas faladas na segunda negociação. Centenas de mensagens foram enviadas ao Sindicato e milhares de pessoas participaram das enquetes sobre a campanha salarial, seja considerando a proposta péssima ou para afirmar que banqueiro não é flor que se cheire.
Na última quarta-feira, 21 de setembro, cansados de tanta enrolação e falta de respeito, os bancários rejeitaram a contraproposta da Fenaban e saíram em passeata pelas ruas do Centro. E você, que agora está por dentro de toda a trajetória desta campanha, participe das mobilizações para conquistarmos essa primavera.
Fonte: www.spbancarios.com.br e FETEC-CUT-PR.

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Confira a trajetória da Campanha Nacional dos Bancários até o momento

Nesta quarta-feira, dia 21/09, os bancários aprovaram em assembléia o estado de greve e um calendário de mobilizações que inclui uma paralisação de 24h no dia 28 de setembro e o Encontro Nacional dos Bancários, no dia 1º de outubro, em São Paulo. E, caso não seja apresentada uma nova proposta, os bancários decidem, neste encontro, se entram em greve a partir de 6 de outubro.

Mas a mobilização em torno do assunto começou muito antes, já em maio, com a definição do calendário da Campanha Nacional dos Bancários. Em junho, os Sindicatos iniciaram as consultas que apontaram as prioridades dos bancários para este ano. Somente na base de São Paulo-SP, mais de três mil trabahadores responderam, apontando as principais bandeiras da campanha nacional, que foram levadas pelos delegados eleitos em assembléia, no dia 7 de julho, à Conferência Estadual, no dia 9, que aconteceu em São Paulo. Naquele encontro, 360 delegados de todo o Estado definiram as reivindicações que seriam levadas para a Conferência Nacional, que também se realizaria em São Paulo, em 30 e 31 de julho.

Antes disso, os bancários de São Paulo se reuniram para debater temas como Juventude, Saúde e Mulher, em encontros nacionais específicos, respectivamente, nos dias 13, 14 e 15 de julho. No final daquela semana, as questões envolvendo bancários de empresas públicas e foram debatidas separadamente, nos Congressos do BB, da Caixa e no encontro nacional dos bancos privados.

Foi na 7ª Conferência Nacional, que reuniu 550 delegados de todo o país, que a minuta de reivindicações foi elaborada, e em seguida, referendada em assembléias que aconteceram no Brasil inteiro. Em São Paulo, ela aconteceu no dia 9 de agosto ratificando todos os temas aprovados dez dias antes. Dois dias depois, os bancários de São Paulo saíram em passeata pelas ruas do Centro e formalizaram a entrega da minuta de reivindicações à Fenaban.

Na Caixa, as reivindicações específicas foram entregues no dia 10. Uma semana depois, foi a vez da direção do BB receber dos funcionários as suas propostas.

Depois disso, apenas negativas. Tanto nos encontros com a Fenaban quanto com os bancos públicos federais, não surgiu nenhuma contraproposta. Passaram-se 39 dias, e três negociações, para que os banqueiros da Fenaban saíssem do silêncio, apresentando uma proposta de 4% de reajuste salarial, que aconteceu no dia 20 de setembro.

Durante todo este tempo, o Sindicato organizou atividades em vários locais de trabalho, em diversos bancos, como Banco do Brasil, Unibanco, Itaú, Bradesco, HSBC, entre outros. Além dos mutirões por regionais, como Centro, Paulista, Norte, Sul, Oeste e em concentrações como Ceic e CTO, ambas do banco Itaú.

BB e Caixa – As negociações com as direções dos bancos públicos federais também não avançaram. Nos dias 30 e 31 de agosto, em reuniões separadas, BB e Caixa concordaram em seguir a Fenaban. Outras duas negociações aconteceram (BB e Caixa), mas as direções aproveitaram para seguir a cartilha da Fenaban e dizer “não” aos trabalhadores.

Indignados, os bancários começaram a colocar a boca no trombone e questionar os banqueiros, ainda mais depois das pérolas faladas na segunda negociação. Centenas de mensagens foram enviadas ao Sindicato e milhares de pessoas participaram das enquetes sobre a campanha salarial, seja considerando a proposta péssima ou para afirmar que banqueiro não é flor que se cheire.

Na última quarta-feira, 21 de setembro, cansados de tanta enrolação e falta de respeito, os bancários rejeitaram a contraproposta da Fenaban e saíram em passeata pelas ruas do Centro. E você, que agora está por dentro de toda a trajetória desta campanha, participe das mobilizações para conquistarmos essa primavera.

Fonte: www.spbancarios.com.br e FETEC-CUT-PR.

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