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CONGRESSO TEM PAUTA CHEIA NA VOLTA AO TRABALHO

Gazeta do Povo
Governo espera aprovar PEC paralela da Previdência
Curitiba – A necessidade da Convocação Extraordinária do Congresso, que começa hoje em Brasília e termina no dia 13 de fevereiro, não é unânime entre os parlamentares. Alguns deles criticam o inchaço da pauta de discussões proposta para a convocação, que em princípio deveria discutir apenas a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Paralela da Previdência, que altera alguns itens da reforma aprovada em dezembro de 2003.
O deputado Gustavo Fruet (PMDB-PR) acredita que a convocação foi feita para contar prazo para a aprovação da PEC. Em relação aos outros temas, ele acha ser pouco provável que sejam votados. “A PEC tem que ser votada para não criar uma área cinzenta em relação aos servidores, mas o excesso é para justificar a convocação”, diz Fruet.
O deputado Doutor Rosinha (PT-PR) diz que a pauta “engordada” serve para “justificar o injustificável”. “Todos os temas poderiam ser tratados até julho, quando haverá uma redução na atividade parlamentar por conta das eleições”, comenta.
Para o deputado André Zacharow (PDT-PR), a convocação também não seria necessária. “Acho que o governo vai aproveitar a presença dos deputados para acelerar as discussões de cada projeto”, afirma.
Mas a deputada Clair Martins (PT-PR) não concorda com seus colegas. “O Senado ficou com o compromisso de aprovar a PEC. Sua não aprovação causaria transtornos para os servidores”, diz.
No entanto, ela concorda que o tempo disponível para discutir os temas propostos é pequeno. “Ainda que muitos temas já tenham sido discutidos, o volume de matérias para serem analisadas é grande”, conclui.

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CONGRESSO TEM PAUTA CHEIA NA VOLTA AO TRABALHO

Gazeta do Povo

Governo espera aprovar PEC paralela da Previdência

Curitiba – A necessidade da Convocação Extraordinária do Congresso, que começa hoje em Brasília e termina no dia 13 de fevereiro, não é unânime entre os parlamentares. Alguns deles criticam o inchaço da pauta de discussões proposta para a convocação, que em princípio deveria discutir apenas a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Paralela da Previdência, que altera alguns itens da reforma aprovada em dezembro de 2003.

O deputado Gustavo Fruet (PMDB-PR) acredita que a convocação foi feita para contar prazo para a aprovação da PEC. Em relação aos outros temas, ele acha ser pouco provável que sejam votados. “A PEC tem que ser votada para não criar uma área cinzenta em relação aos servidores, mas o excesso é para justificar a convocação”, diz Fruet.

O deputado Doutor Rosinha (PT-PR) diz que a pauta “engordada” serve para “justificar o injustificável”. “Todos os temas poderiam ser tratados até julho, quando haverá uma redução na atividade parlamentar por conta das eleições”, comenta.

Para o deputado André Zacharow (PDT-PR), a convocação também não seria necessária. “Acho que o governo vai aproveitar a presença dos deputados para acelerar as discussões de cada projeto”, afirma.

Mas a deputada Clair Martins (PT-PR) não concorda com seus colegas. “O Senado ficou com o compromisso de aprovar a PEC. Sua não aprovação causaria transtornos para os servidores”, diz.

No entanto, ela concorda que o tempo disponível para discutir os temas propostos é pequeno. “Ainda que muitos temas já tenham sido discutidos, o volume de matérias para serem analisadas é grande”, conclui.

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