No ano passado, cresceu a distância entre rendimentos de homens e mulheres no mercado de trabalho da Grande São Paulo, informa o Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados).
O valor recebido por hora pelas mulheres no ano passado (R$ 4,74, ou média de R$ 758 por mês, para 40 horas semanais) representou 77,9% do salário médio dos homens -em 2003, essa proporção era de 78,6%.
Isso ocorre porque, apesar da recuperação da renda para ambos os sexos, o crescimento foi maior entre os trabalhadores do sexo masculino -3,4% contra 2,5%.
Para as mulheres que trabalham no setor de serviços, que tradicionalmente recebem salários mais próximos aos dos homens, o movimento foi no sentido contrário. Em 2004, elas ganharam o equivalente a 98,3% do recebido pelos homens, ante 95,3% em 2003.
O mesmo ocorreu com as assalariadas com carteira assinada, cujo valor recebido por hora passou a corresponder a 87,9% daquele recebido pelos homens (87,4% em 2003). Para as assalariadas sem carteira de trabalho, essa proporção equivaleu a 79,5%. No setor público, os valores se aproximaram, com os rendimentos das mulheres equivalendo a 89,8% do que é pago aos homens (89,2% em 2003).
A recuperação na renda feminina se concentrou nos setores de serviços (+3,6%) e comércio (+0,9%). Para as mulheres que trabalhavam com serviços domésticos ou na indústria houve uma queda de 2,3% e 1,4%, respectivamente, nos salários.
Segundo a pesquisa, a taxa de desemprego na região caiu 6,8% entre as mulheres.
Fonte: Folha de São Paulo
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Por Mhais• 3 de março de 2005• 11:00• Sem categoria
Cresce distância de salário entre homem e mulher
No ano passado, cresceu a distância entre rendimentos de homens e mulheres no mercado de trabalho da Grande São Paulo, informa o Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados).
O valor recebido por hora pelas mulheres no ano passado (R$ 4,74, ou média de R$ 758 por mês, para 40 horas semanais) representou 77,9% do salário médio dos homens -em 2003, essa proporção era de 78,6%.
Isso ocorre porque, apesar da recuperação da renda para ambos os sexos, o crescimento foi maior entre os trabalhadores do sexo masculino -3,4% contra 2,5%.
Para as mulheres que trabalham no setor de serviços, que tradicionalmente recebem salários mais próximos aos dos homens, o movimento foi no sentido contrário. Em 2004, elas ganharam o equivalente a 98,3% do recebido pelos homens, ante 95,3% em 2003.
O mesmo ocorreu com as assalariadas com carteira assinada, cujo valor recebido por hora passou a corresponder a 87,9% daquele recebido pelos homens (87,4% em 2003). Para as assalariadas sem carteira de trabalho, essa proporção equivaleu a 79,5%. No setor público, os valores se aproximaram, com os rendimentos das mulheres equivalendo a 89,8% do que é pago aos homens (89,2% em 2003).
A recuperação na renda feminina se concentrou nos setores de serviços (+3,6%) e comércio (+0,9%). Para as mulheres que trabalhavam com serviços domésticos ou na indústria houve uma queda de 2,3% e 1,4%, respectivamente, nos salários.
Segundo a pesquisa, a taxa de desemprego na região caiu 6,8% entre as mulheres.
Fonte: Folha de São Paulo
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