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CUT DEFENDE INTERVENÇÃO FEDERAL PARA SOCORRER PARMALAT

FABIANA FUTEMA
da Folha Online

A Contac (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação e Assalariados Rurais), ligada à CUT, defende a intervenção do governo federal na Parmalat Brasil. Segundo o presidente da entidade, Siderlei Silva de Oliveira, esta seria uma solução para evitar o risco de desativação das fábricas da Parmalat no país.

Na semana passada, a planta de Jundiaí –responsável pela fabricação de sucos, chás e biscoitos– chegou a ficar parada por falta de matéria-prima. A empresa nega que a interrupção da produção tenha sido provocada por este motivo. Mas admite a dificuldade para negociar os débitos com os fornecedores.

“Existes vários credores entrando com pedido de falência contra a Parmalat. Outros estão deixando de fornecer matérias-primas. Tudo isto coloca em risco a operação do complexo industrial instalado pela Parmalat no país”, disse Silva de Oliveira.

Para o sindicalista, os pedidos de falência e o risco de interrupção das operações da empresa ameaçam os empregos de 6.000 pessoas distribuídas nas oito plantas industriais da Parmalat.

“A indústria de embalagem já está cortando o fornecimento para a Parmalat”, afirmou Silva de Oliveira.

Intervenção

A Contac defende a nomeação de uma equipe de trabalho –designada pelo governo federal– para assumir a direção da Parmalat no Brasil.

Somente sob estas condições, a Parmalat poderia receber um socorro financeiro do governo para se manter em operação. “O dinheiro não poderia ir parar nas mãos da mesma direção que deixou a empresa chegar onde chegou”, disse ele referindo-se à crise financeira que atinge o grupo em todo o mundo.

Segundo Silva de Oliveira, o dinheiro do governo seria usado para a criação de um fundo garantidor de débitos aos fornecedores da Parmalat. “Os fornecedores não querem mais entregar matéria-prima, pois temem ficar sem receber. Um fundo deste tipo serviria como garantia de pagamento aos fornecedores.”

Para tentar descobrir qual é a verdadeira situação contábil da Parmalat no país, a Contac se reúne amanhã com dirigentes da empresa. “Queremos saber quais são os planos do grupo para o Brasil e para os trabalhadores brasileiros”, disse Silva de Oliveira.

Por 09:38 Notícias

CUT DEFENDE INTERVENÇÃO FEDERAL PARA SOCORRER PARMALAT

FABIANA FUTEMA
da Folha Online
A Contac (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação e Assalariados Rurais), ligada à CUT, defende a intervenção do governo federal na Parmalat Brasil. Segundo o presidente da entidade, Siderlei Silva de Oliveira, esta seria uma solução para evitar o risco de desativação das fábricas da Parmalat no país.
Na semana passada, a planta de Jundiaí –responsável pela fabricação de sucos, chás e biscoitos– chegou a ficar parada por falta de matéria-prima. A empresa nega que a interrupção da produção tenha sido provocada por este motivo. Mas admite a dificuldade para negociar os débitos com os fornecedores.
“Existes vários credores entrando com pedido de falência contra a Parmalat. Outros estão deixando de fornecer matérias-primas. Tudo isto coloca em risco a operação do complexo industrial instalado pela Parmalat no país”, disse Silva de Oliveira.
Para o sindicalista, os pedidos de falência e o risco de interrupção das operações da empresa ameaçam os empregos de 6.000 pessoas distribuídas nas oito plantas industriais da Parmalat.
“A indústria de embalagem já está cortando o fornecimento para a Parmalat”, afirmou Silva de Oliveira.
Intervenção
A Contac defende a nomeação de uma equipe de trabalho –designada pelo governo federal– para assumir a direção da Parmalat no Brasil.
Somente sob estas condições, a Parmalat poderia receber um socorro financeiro do governo para se manter em operação. “O dinheiro não poderia ir parar nas mãos da mesma direção que deixou a empresa chegar onde chegou”, disse ele referindo-se à crise financeira que atinge o grupo em todo o mundo.
Segundo Silva de Oliveira, o dinheiro do governo seria usado para a criação de um fundo garantidor de débitos aos fornecedores da Parmalat. “Os fornecedores não querem mais entregar matéria-prima, pois temem ficar sem receber. Um fundo deste tipo serviria como garantia de pagamento aos fornecedores.”
Para tentar descobrir qual é a verdadeira situação contábil da Parmalat no país, a Contac se reúne amanhã com dirigentes da empresa. “Queremos saber quais são os planos do grupo para o Brasil e para os trabalhadores brasileiros”, disse Silva de Oliveira.

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