A Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT-PR) realiza, nesta quarta-feira (18/10), um ato em defesa da Copel e contra as privatizações. A manifestação ocorre a partir das 10h, em frente á sede administrativa da empresa na Rua Coronel Dulcídio, 800, no bairro Batel em Curitiba/PR.
“Este ato é realizado em um momento político importante para o país, em que alguns candidatos que disputam estas eleições são favoráveis à privatização, o que assusta o povo brasileiro. A Copel é um símbolo de resistência a este processo e é fundamental que ela permaneça pública. As empresas estatais são essenciais para o desenvolvimento do país”, afirmou Roni Anderson Barbosa, presidente da CUT/PR.
Diante do cenário político, onde dois projetos antagônicos estão em disputa, a CUT volta a se posicionar contra o modelo de Estado Mínimo, representado pelo PSDB e seus partidos aliados. Roni Barbosa, também ressaltou que o ato repudia a privatização do Banestado, no dia 17 de outubro de 2000.
Copel
No primeiro trimestre de 2001 o processo de privatização da Copel foi iniciado pelo governo Lerner e FHC. Simultaneamente, começaram as primeiras mobilizações populares contra a venda da estatal. Mais de 130 mil assinaturas foram recolhidas para colocar em pauta na assembléia legislativa a luta contra a venda da Copel. Foi a mobilização popular que assegurou que a Copel continuasse pública, por isso, a empresa se tornou um símbolo da resistência popular no Paraná.
Visita
O presidente nacional da CUT, Artur Henrique, estará na região metropolitana de Curitiba, na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) da Petrobrás, em Araucária, expondo as diferenças entre os candidatos à presidência aos trabalhadores petroleiros.
Patrícia Meyer
FETEC-CUT-PR
Com informações de CUT-PR
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Por Mhais• 18 de outubro de 2006• 10:06• Sem categoria
CUT: Em defesa das estatais e do Brasil
A Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT-PR) realiza, nesta quarta-feira (18/10), um ato em defesa da Copel e contra as privatizações. A manifestação ocorre a partir das 10h, em frente á sede administrativa da empresa na Rua Coronel Dulcídio, 800, no bairro Batel em Curitiba/PR.
“Este ato é realizado em um momento político importante para o país, em que alguns candidatos que disputam estas eleições são favoráveis à privatização, o que assusta o povo brasileiro. A Copel é um símbolo de resistência a este processo e é fundamental que ela permaneça pública. As empresas estatais são essenciais para o desenvolvimento do país”, afirmou Roni Anderson Barbosa, presidente da CUT/PR.
Diante do cenário político, onde dois projetos antagônicos estão em disputa, a CUT volta a se posicionar contra o modelo de Estado Mínimo, representado pelo PSDB e seus partidos aliados. Roni Barbosa, também ressaltou que o ato repudia a privatização do Banestado, no dia 17 de outubro de 2000.
Copel
No primeiro trimestre de 2001 o processo de privatização da Copel foi iniciado pelo governo Lerner e FHC. Simultaneamente, começaram as primeiras mobilizações populares contra a venda da estatal. Mais de 130 mil assinaturas foram recolhidas para colocar em pauta na assembléia legislativa a luta contra a venda da Copel. Foi a mobilização popular que assegurou que a Copel continuasse pública, por isso, a empresa se tornou um símbolo da resistência popular no Paraná.
Visita
O presidente nacional da CUT, Artur Henrique, estará na região metropolitana de Curitiba, na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) da Petrobrás, em Araucária, expondo as diferenças entre os candidatos à presidência aos trabalhadores petroleiros.
Patrícia Meyer
FETEC-CUT-PR
Com informações de CUT-PR
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